quinta-feira, maio 28, 2009
Primeiro beijo VS primeira flatulência
quinta-feira, maio 28, 2009 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Hoje trago-vos aqui um tema "peculiar"... até porque, podendo à primeira vista não se identificar nenhuma relação entre beijos e flatulências, o que é certo é que estes estão intimamente ligados quando nos encontramos num processo de "descoberta".
Correndo o risco de parecer parvo (mais uma vez), decidi explorar este tema porque presentemente ainda só me encontro na primeira fase... mas sei que, inevitavelmente, as relações avançam (espera-se que no bom caminho) e que naturalmente, como dizia um amigo meu: "Nas relações conhece-se o bom e cheira-se o mau".
Não que me preocupe particularmente o tema, mas decidi "postá-lo", já que o que me interessa é avaliar o nosso comportamento perante as duas "situações".
Todos os que já passaram por isto sabem que os primeiros tempos correspondem à bonança: tudo é bom, cor-de-rosa, dá-se uns beijinhos, ouve-se o canto dos pássaros, cheiram-se as rosas... até que chega a hora de ouvir e cheirar algo mais!
Agora, avaliando o nosso comportamento perante isto, podemos dizer que nas duas situações revelamos o "parvo" que há em nós. Primeiro, em relação aos beijos, muito apreciados, até se conseguir "baixar a guarda" andamos ali a produzir frases sem nexo e a mostrar os bons e os maus dentes, na esperança de poder "espetar" um beijo no(a) companheiro(a). Segundo, em relação às flatulências, as frases sem nexo e os dentes mantêm-se... se bem que o resultado final difere: por vergonha ou por medo de repulsa e desagrado, andamos por tudo a evitar dar um "ar da nossa graça" à outra parte. Mas eis que chega o inevitável e se revela o nosso "profundo" ser.
Não vale a pena aqui fazer uma guerra de sexos, já que é certo e sabido que os homens por definição são mais "competitivos" e "extrovertidos" no que toca a estas coisas... mas é certo também que por definição anatómica, todos temos a nossa "válvula de escape", logo, os de uns não são "superiores" aos outros.
Caros leitores, como devem perceber, o objectivo deste post não é o da mera "porcaria", mas sim o de demonstrar que todos temos o nosso lado mau (corresponda isso a flatulências ou outra coisa qualquer) e que mais tarde ou mais cedo ele se manifesta. Se temos a sorte de estar com alguém que nos "suporta" esse lado mau, podemos nos considerar as pessoas mais sortudas do Mundo.
Por outro lado, quando esse lado mau se revela, não devemos "disfarçar o odor" dando pouca relevância ao caso: deve-se falar abertamente no bom e no mau, pois assim é que se constroem relações duradouras. E temos que ter a consciência que todos nós somos "falíveis", logo, não podemos ter medo de mostrar toda a nossa identidade, ou seja, o bom e o mau que nos define.
Correndo o risco de parecer parvo (mais uma vez), decidi explorar este tema porque presentemente ainda só me encontro na primeira fase... mas sei que, inevitavelmente, as relações avançam (espera-se que no bom caminho) e que naturalmente, como dizia um amigo meu: "Nas relações conhece-se o bom e cheira-se o mau".
Não que me preocupe particularmente o tema, mas decidi "postá-lo", já que o que me interessa é avaliar o nosso comportamento perante as duas "situações".
Todos os que já passaram por isto sabem que os primeiros tempos correspondem à bonança: tudo é bom, cor-de-rosa, dá-se uns beijinhos, ouve-se o canto dos pássaros, cheiram-se as rosas... até que chega a hora de ouvir e cheirar algo mais!
Agora, avaliando o nosso comportamento perante isto, podemos dizer que nas duas situações revelamos o "parvo" que há em nós. Primeiro, em relação aos beijos, muito apreciados, até se conseguir "baixar a guarda" andamos ali a produzir frases sem nexo e a mostrar os bons e os maus dentes, na esperança de poder "espetar" um beijo no(a) companheiro(a). Segundo, em relação às flatulências, as frases sem nexo e os dentes mantêm-se... se bem que o resultado final difere: por vergonha ou por medo de repulsa e desagrado, andamos por tudo a evitar dar um "ar da nossa graça" à outra parte. Mas eis que chega o inevitável e se revela o nosso "profundo" ser.
Não vale a pena aqui fazer uma guerra de sexos, já que é certo e sabido que os homens por definição são mais "competitivos" e "extrovertidos" no que toca a estas coisas... mas é certo também que por definição anatómica, todos temos a nossa "válvula de escape", logo, os de uns não são "superiores" aos outros.
Caros leitores, como devem perceber, o objectivo deste post não é o da mera "porcaria", mas sim o de demonstrar que todos temos o nosso lado mau (corresponda isso a flatulências ou outra coisa qualquer) e que mais tarde ou mais cedo ele se manifesta. Se temos a sorte de estar com alguém que nos "suporta" esse lado mau, podemos nos considerar as pessoas mais sortudas do Mundo.
Por outro lado, quando esse lado mau se revela, não devemos "disfarçar o odor" dando pouca relevância ao caso: deve-se falar abertamente no bom e no mau, pois assim é que se constroem relações duradouras. E temos que ter a consciência que todos nós somos "falíveis", logo, não podemos ter medo de mostrar toda a nossa identidade, ou seja, o bom e o mau que nos define.
domingo, maio 24, 2009
Depois da tempestade....
domingo, maio 24, 2009 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Parece que as coisas para estes lados se andam a "compor"...
Ganha-se um novo fôlego, respira-se fundo... e espera-se que tudo corra pelo melhor...
Aquela "luzinha" ao fundo do túnel, afinal é real!!!
Ganha-se um novo fôlego, respira-se fundo... e espera-se que tudo corra pelo melhor...
Aquela "luzinha" ao fundo do túnel, afinal é real!!!
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