sábado, maio 27, 2006

postheadericon A qualidade de uma boa aldrabice...

Todos nós, em determinados momentos da vida, somos impulsionados a "pregar uma pêta"... ou por pura necessidade, ou por gosto.
As pessoas, quanto ao grau de embustice, a meu ver, classificam-se da seguinte forma: ele há os aldrabões ocasionais ("Não posso ir porque tenho uma festa do outro lado do planeta"); os intrujeiros sistemáticos ("Eu andei num carro que anda a 200Km/hora e gasta um litro aos 100km/h"); os aldrabões inconscientes (suj. A: "Ontem, quando fui ter com eles ao pub..." - suj. B: "... mas tinhas dito que não saías porque tinhas os teus sobrinhos em casa!?"); os simples impostores ("Este carro está como novo e só teve um dono... isso no registo de propriedade parece um 7 mas é um 1..."); e por aí fora...
Devo dizer que, pessoalmente, detesto pessoas mentirosas e de ser "apanhado" no meio de uma mentira... seja ela de que tipo for... mas o problema é que a maior parte das vezes, nem nos apercebemos de que nos acabaram de "mandar à m*rda" e que, consequentemente, estamos desejosos de iniciar a viagem...
Claro que, dependendo do "grau de embuste", há mentiras menos prejudiciais e outras que são um autêntico ataque à nossa boa vontade... essas é que são verdadeiramente preocupantes, se bem que as outras, se sistemáticas, também se tornam um mau vício... pois se é certo de que todos nós temos um(a) mentiroso(a) cá dentro, também não é menos verdade que uns o(a) alimentam mais que outros(as)...
O problema muitas vezes consiste na parca percepção, por parte do aldrabão, dos danos que provoca ao abrir a boca... um exemplo ilustrativo: O João quer sair com a Joana (tinha que ser coisas do coração) e para o efeito, entra em contacto com a menina... a menina, por sua vez, diz ao Joãozinho, que não pode sair, pois tem que lavar o chão da entrada... mas eis que o menino, em vez de um zig faz um zag... e vê a menina com outros meninos a beber imperiais e a fumar maconha... derivado a isso, o João pensa assim que não vale mais a pena viver neste Mundo de intrujões e atira-se para baixo de uma 4L que por ali passava, de matrícula TF-01-02...

postheadericon (In)Fiél ou Infiél?

Meninos... vou fazer aqui uma confissão: eu, Pedro Miguel de Oliveira Duarte, já vi o programa "fiél ou infiél", transmitido às Sextas-feiras na TVI, du... trê... sete vezes!!!
E dessas 9 vezes todas (muitas, tendo em conta a qualidade do programa), em algumas, além de reparar no desfile de roupa interior (feminina... cada um vê o que lhe interessa) e nos atributos das ditas actrizes, que em tão notório programa apresentam-se como "sedutoras", também reparei que nas 28 vezes que vi o programa, nem uma única vez aquilo deu certo, ou seja, o gajo ou a gaja não traiu o(a) respectivo(a)... viveram felizes para sempre... e pronto... "end of story".
De facto, dessas 42 vezes, um acontecimento foi constante: alguém saiu de lá com uns valentes pinheiros pendurados na testa...
E isto fez-me pensar um bocadinho: Ignorando o facto de aqueles acontecimentos serem todos "staged", será que há tanta gente assim que gosta de andar a fazer "test drive's"?... será que, de todas as 60 vezes que vi o programa, não poderia ter havido pelo menos uma não traição e a coisa ter terminado bem, aos beijinhos e aos abraços? Mas pensando bem, se assim tivesse acontecido, não haveria a oportunidade de "voyar"o escasso tecido que tapa os argumentos das senhoras... o que era fustrante, depois de termos que estar a aturar tanto tempo aquela "coisa" brasileira, mais o seu "pau"...
Mas isso preocupa-me... deveras... será que aquela "soap opera" reflecte mesmo a realidade do nosso povinho? Seremos todos uma cambada de nómadas, no que diz respeito ao "sítio" onde deixamos as nossas coisas e "habitamos"? Será possível que, tendo em conta as 77 vezes que vi o programa, se isso representar uma amostragem dos relacionamentos no nosso país, considerando um "desvio" de 10% (panascas e fufas), somos todos uma cambada de traidores?
Uma coisa é certa... mulheres, desculpem a minha veia machista... mas parece que vocês conseguiram ultrapassar-nos largamente... o raio da emancipação está a ser como o 25 de Abril: foi útil no início, mas como foi tudo feito de uma forma atabalhoada, não há cravos que agora consigam "entupir" as armas empunhadas... e como alguém disse: "Como se pode confiar num bicho que sangra durante dias e não morre?"
Bem... lá se vai a minha "audiência" feminina... mas pronto... é bom que alguém invente um dispositivo qualquer, que nos permita ver se alguém "invadiu" a nossa "casa"...
quinta-feira, maio 25, 2006

postheadericon Envia isto para 3000 pessoas, senão, quando fores na rua, vais pisar um monte de m*rda...

Hoje recebi um tipo de e-mail que já não recebia há uns tempos... daqueles em que é necessário enviar para X pessoas, senão acontece-nos uma coisa má, ou então, deixa de nos acontecer uma coisa boa...
Bem, por esta altura, começo a acreditar que a minha pouca sorte se deve a não reencaminhar a grande maioria desses e-mails... mas pelo menos, por aqueles que reencaminhei, já deveria estar rico e a ser idolatrado por todos... ahhh, isto para não referir as imensas coisas boas que deveriam ter acontecido, tais como, ser rico e idolatrado por todos (já para não falar nas resmas de gajas a meus pés)!!! Bem, mas se tivesse à espera disso, também já tinha perdido partes importantes da minha anatomia, entre outras coisas, à custa daqueles que não reencaminhei...
Outra coisa... pedem-me para enviar para 30 pessoas, senão (cai o Carmo e a Trindade)... ora bem... vamos supor que eu não conhecia 30 pessoas (por acaso conheço 37): estava lixado, isto para não dizer [ ][ ]dido (sim, porque já recebi um em que, caso não enviasse para umas tantas pessoas, felizmente menos de 30, um gajo de 2m chamado Luisão, ia fazer comigo coisas parecidas com o que acontece naquela canção dos Fúria do Açúcar, em que entra um cume... sem a parte dos salpicos e das abelhas - claro está que enviei logo para as tais 37 pessoas que conheço, mas não sei se o Luisão deu com a casa dos meus amigos)!!!!
A pessoa que me enviou o e-mail em causa, merece toda a minha consideração, mas, honestamente, não gosto de receber este tipo de mensagens, pois preocupa-me o facto de, por acumulação, não poder viver o suficiente para ver os meus bisnetos acabarem a faculdade (com saúde), já que sou ameaçado com um número infindável de azares, que inclusivamente, me têm impedido de conhecer a mulher dos meus filhos, que por sua vez teriam filhos deles, que por sua vez teriam mais cachopos (3 cada um)... e daí até à faculdade é um instante!!!
Por isso, pessoal, não me enviem mais e-mails desses (ou removam essa parte das "ameaças"), ou então enviem algo do género: "...envia para uma pessoa e serás feliz para sempre"... aí, faço questão de enviar para quem tenha enviado para mim...
segunda-feira, maio 22, 2006

postheadericon Hoje em dia, qualquer gajo comenta qualquer coisa...

Pessoal... vamos aqui experimentar uma coisa nova, nunca antes vista e testada... eu meto aqui um post... e vocês comentam... vamos ver se a experiência dá resultado...
O tema corresponde ao título deste post... e a propósito de quê, é que eu escolhi este tema? Bem, estava aqui agora a ver o jornal da noite (sim, não pensem por lá que é só Wrestlemania...) e, eis que, quando terminou, apareceu um tal de Vitorino a tecer uns comentários, deixa cá ver, sobre política, selecção nacional (a de futebol e não de enólogos - aqueles gajos que provam o vinho), o tempo, o vestido da apresentadora... e só faltou lançar a receita do pudim de ovos de avestruz (deve ser para a semana)...
Portanto, agora passo a bola para o vosso lado, para todos os leitores do meu blog (sim, vocês os dois!)... e digam lá de vossa justiça... em que Universidade se tira a licenciatura de opinador... e que ramos de especialização existem, além do geral (é como os médicos... há os de medicina geral e existem os outros, que não tendo capacidade para aquilo tudo, especializam-se apenas numa coisa...)
Pessoal (vocês os dois outra vez), dêm lá o vosso contributo, que é para não ser eu sozinho o parvinho...
sábado, maio 20, 2006

postheadericon As aventuras de pharapuso - as viagens (parte III)

Lembrei-me agora de mais uma viagem "fixe". A história que vos vou contar mete um par de namorados, dois espectadores de ocasião, duas filas de bancos e... um autocarro.
A sinistra viagem começa em Lisboa... estava um tempo assim assim (que é como quem diz, não me lembro), o vento soprava para algum lado e fazia frio, mas nem por isso... inicia-se o embarque no machi... autocarro; os passageiros entram ordeiramente, sentando-se nos respectivos lugares... e eis que um jovem casal se depara com uma situação peculiar: ele tem que se sentar numa fila e ela, na fila logo atrás... e mais... ela leva com um ele ao lado (eu) e ele leva com uma ela (uma gaja boa - melhor sorte que eu)... ou seja, traduzindo isto por miúdos, éramos quatro (duhhh - humor para bêbados, já que só eles é que se riem destas piadas... vá-se lá saber porquê).
Agora, não sei se foi por causa da proximidade da gaja boa, ou pelo repúdio de ir sentada ao meu lado, mas o que é certo é que a menina, namorada do menino da frente, ía sempre encostada ao banco dele a fazer-lhe festinhas e tal... bem, eu a certa altura até pensei: "Pedro, vê lá tu, que esta menina que aqui vai ao lado, vai encostada ao banco da frente, onde está o namorado... e vai a fazer-lhe festinhas... e tal!!!". Depois também pensei: "Pedro, já deste conta que a gaja que vai à tua frente é toda boa?". Logo a seguir matutei: "Pedro, será que em Viseu o tempo também está assim assim, porque não me lembro?".
Depois de mais de 30 minutos de divagações parvas, finalmente pensei: "Pedro, será que a menina está com medo que o seu menino fuja para algum lado... e por isso é que está assim a meter-lhe a mão em cima?". Mas depois pensei: "Pedro... mas para onde (raios) é que ele vai fugir dentro de um autocarro?". Por isso, meti essa hipótese de lado... mas logo a seguir lembrei-me: "Pedro, será que a menina está a ter este comportamento porque ele é daqueles doentes que se esquecem de quem são... e por isso ela lá lhe vai metendo a mão em cima, para quando ele tiver uma crise dessas, ela poder dizer que é namorada, porque lhe vai a fazer festinhas (e tal)... e que foi a mesma estratégia utilizada para o roubar à melhor amiga? (e para não pensar que é a gaja boa que está ao lado)". Mas não... algo me diz que não era isso... mas o facto de ter acrescentado aqui a varíavel da gaja boa, fez-me cogitar (pensar - fui ver sinónimos de pensar, para não me tornar repetitivo): "Pedro, meu gajo bom comó destino dos que ganham o totoloto, será que ela lhe vai a meter a mão para o gajo não se por com ideias malucas para com a gaja boa que vai ao seu lado? (pode ser que ele seja como eu... e pense logo nos brinquedos)"... bem, não sei... o que sei é que o gajo às páginas tantas já estava a ficar farto das festinhas, pois tombava a cabeça para o lado, como se quisesse dormir... e lá estava a chata atrás com as festinhas ao pobre coitado. Mas depois reparei: "Pedro, meu grande maluco e tarado, já viste que ele tomba sempre a cabeça para o lado onde está a gaja boa?"... e aí fez-se luz: a minha última teoria estava certa!!!! Durante uns minutos fui feliz da vida (apesar de não poder ser eu a estar ao lado da gaja boa), já que tinha descoberto o motivo de tal adoração e manifestação de (incomodativo) carinho...
Mas, passados esses momentos de estúpida euforia, caí em mim e pensei (não gostei dos outros sinónimos que vi): "Pedro, minha optimista bomba sexual, a razão pelo qual a menina vai a fazer festas ao menino (ao de cima), é porque, os dois meninos namoram... e a menina, gosta dele... daí, apesar de ele não achar piada nenhuma, pois ao lado tem uma gaja toda boa, ela tem estes carinhos para com o menino (continua a ser o de cima), demonstrando assim todo o seu afecto para com ele (menino... de cima)!!!"...
sexta-feira, maio 19, 2006

postheadericon O bom do meu patrão (parte II) - nesta fase já não é assim tão bom...

Continuando esta história dos patrões, a bem da verdade, há que dizer que ainda vai havendo uns porreiros (se eu encontrar algum aviso-vos)... mas a grande maioria rege-se pela filosofia do "quero, posso e mando... e faço merda...". Dando o meu modesto exemplo, posso dizer que, em quase oito anos de trabalho na mesma casa, tive para aí uns... oito "patrões" (neste caso, é mais "superiores", já que como aquilo funcionava como Departamentos, o "bicho" que mudava era o chefe desse mesmo Departamento - mas não era por isso que deixavam de ser basófias, para não dizer merdosos)... inclusivamente, até aqui o "je" chegou a assumir essa responsabilidade... e claro que eu era um dos tais porreiros que vos relatei há pouco... tão porreiro que abdiquei (obrigaram-me) do cargo (buááááá)... mas isso demora muito tempo a explicar... e como já houve gente a queixar-se da extensão dos posts... mas que se lixe... vou contar... e para essas pessoas, meto umas estrelinhas para saberem onde depois devem retomar a leitura...
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Basicamente, a justificação por ter tido tantos "superiores", bem... não sei... mas desconfio... sei que entretanto, como os verdadeiros "patrões" não percebiam nada de informática, de uns superiores para os outros, faziam-se muitas vezes investimentos (avultados) exactamente nas mesmas coisas que os outros fizeram (tipo como na política - só que como o texto leva mais florzinhas, aquilo lá vai pegando) e não traziam nada de novo (a não ser eu, claro). Ou seja, em tanto tempo, andou-se ali a enrolar e a lamber "traseiros" (eu não, claro)... mas a justificação por eu ter "ardido" num instante é porque não tinha "peso político" (claro) e entretanto havia-os lá bem mais pesados (literalmente, claro)... e parece-me, dois anos depois de ter abandonado o "posto" que a fábrica ainda labora da mesma forma... claro...
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Para uma coisa é bom termos patrões desta raça... é que depois quando "adquirimos" outro, já nada nos espanta... podem babar-se com idiotices que a gente já nem liga... mas o que é certo é que eles lá vão andando lampeiros e a gente, nem por isso...
Contava-me uma amiga minha no outro dia, uma história engraçada sobre a patroa dela e a respeito de um grandessissimo pontapé (de biqueira) que a dita cuja mandou na lei... a minha caríssima amiga estava (com a maior das razões do mundo) frustrada até aos joanetes... o meu conselho para ela foi, com toda a minha sabedoria, que ela fizesse uma (pequena) lista onde colocasse todos os nomes que lhe apetecia chamar à songamonga da chefe... assim, de cada vez que os seus olhares se cruzarem, ela vai lembrar-se de um desses adjectivos (de p*ta para cima) e vai ter motivos para sorrir...

NO YET FINISHED... SO, TO BE CONTINUED
quarta-feira, maio 17, 2006

postheadericon O bom do meu patrão

Meus amigos... o tema de conversa hoje é: o bom (e Santo) do meu patrão.
Como muitos de vocês já sabem, a minha aventura do momento, a nível de "levar dinheiro para casa" (se bem que o pilim que ganho nem dá para ir com assiduidade ao Bairro Alto - a bem da verdade, ainda nem lá fui), é a de dar aulas no ensino público (3º ciclo e secundário). Ou seja, trabalho para o nosso bondoso Estado. Claro que muitos de vocês já me devem estar a insultar até à terceira geração (mais um chulo... vai mais é trabalhar... e coisas do género), mas o que é certo é que faço o melhor que posso, o melhor que sei e o melhor... que me deixam, já que o bom do meu patrão é soberano e se me mandar cantar o hino no início de todas as aulas, lá terei eu que andar a tomar chá com mel para afinar a voz (mesmo que a minha voz se assemelhe muito à daquele grande senhor da música portuguesa, Zé Cabra - se bem que eu é mais "...brão"). E só quero aqui deixar bem explícito, que antes de ingressar nesta aventura, tive envolvido em outra, que implicou sobreviver quase oito anos numa empresa privada (ahhh pois é... conheço os dois mundos). Ou seja, se eu era um dos maiores críticos destes "gajos" (e gajas) que andam para aqui a assustar os putos, agora... mudei de opinião!!! Não quer isto dizer que a classe funcione bem, ou que sejam santos (vê-se por cá muita m*rda - de facto, há professores que os têm bem coçados - no feminino, bem, imaginem... - mas isso é assim em todo o lado; há os bons e os maus).
O que é certo é que realmente não é fácil aturar a juventude destes dias; aturar estes gajitos que crescem a comer macdonalds e... a comerem-se uns aos outros. E o que é certo também é que isto dá cabo da cabeça a um gajo... queima os poucos neurónios que, nesta idade, me dignifica dizer que ainda tenho. Portanto, amigos, desenganem-se os que pensam que isto é só rosas... e se têm dúvidas, experimentem (mas deixo-vos um conselho... experimentem depois de esta Ministra ser internada no Hospital Júlio de Matos, hospital para malucos... se ainda têm dúvidas, foi essa senhora que disse: "Admito que perdi os professores, mas ganhei na opinião pública" - o que é bom, já que o que se faz é para agradar às massas e não no sentido de ser o mais correcto de se fazer!!! - imagino que isto para ela deva ser um pouco como aquele jogo em que matar civis dá pontos... e o "score" é que interessa). Não me alongo mais com "justificações", aliás, deixo isso para outro post, já que este é para falar dos patrões em geral (e não especificamente nessa "senhora").
Nos meus anos de assalariado numa instituição privada, apercebi-me que (como que se dúvidas houvesse), de facto, o patrão é que sabe... e sabe tanto, que frequentemente interpreta as leis à sua maneira, ou seja, para ele, a legislação é como a Bíblia: cada um interpreta como quer e toda a gente tem razão!!! E como hoje em dia os fiéis seguidores não protestam, com medo de terem que procurar outra religião, o bom do patrão é um Deus incontestado, apesar de os seguidores às escondidas cometerem uns pecados (organizam-se em protestos e idoletram vacas sagradas), na hora da verdade, têm medo que a sua mão divina os fustigue (pelo menos a grande maioria).
No tal sítio onde trabalhei era frequente observar "pontapés na lei". E devo dizer que nenhuma favorecia de forma clara o fiél seguidor, muito pelo contrário.
TO BE CONTINUED...
segunda-feira, maio 15, 2006

postheadericon As aventuras de pharapuso - as viagens (parte II)

Actualização das viagens: esta semana, à vinda para baixo, tive um três (imagino que a rapariga possa estar neste momento a escrever no blog dela... que teve um 2... 1 é baixa auto-estima demais, duhhh)!!! - até vimos um filme juntos... ai ai :-)
Para quem não percebeu, vide:

"As aventuras de pharapuso - as viagens"

postheadericon Lisboa até tem a sua graça

Pois é amigos... nem parece meu dizer isto, mas realmente, Lisboa até tem a sua graça. Pena, que seja só à noite e do outro lado da ponte (ora digam lá que a foto não está bonita)!
Esta foto foi tirada da Pousada da Juventude de Almada e de facto, a vista para a outra margem é magnífica (ao longe não se vislumbra o vandalismo, a ladroagem e, entre muitas outras coisas, a animosidade da maioria das pessoas)... claro que o ser de noite também ajuda... assim, um fotógrafo profissional e altamente reconhecido como eu, consegue captar um postal como este!!!
Mas fora "as bistas", Lisboa, para mim, não tem muito mais que se aproveite, a não ser, como muitos dos meus conterrâneos dizem, a placa que diz "A1 Norte".
Bem, mas enquanto aqui tiver que andar, vou-me entretendo a captar mais postais... assim, quando for embora de vez (como espero), sempre posso olhar para as fotos (recordar é viver) e chorar de desespero!!!
quinta-feira, maio 11, 2006

postheadericon As aventuras de pharapuso - as viagens

Vinha eu hoje no machibombo (que é como quem diz, autocarro), em direcção à minha terrinha (Viseu), sozinho na fila de bancos, quando sou interpolado por uma senhora (já de uma certa idade) que se queria sentar ao meu lado... em princípio, desconfiei (será que a velha me vai falar do fim do Mundo?), depois, pensei que fosse amor à primeira vista (mas como nem com velhas tenho sorte, meti logo de parte essa possibilidade - senão, aquilo é que ia ser uma viagem!), para finalmente me aperceber que a senhora (velha), enjoava lá para trás... e queria assim um lugar mais à frente... resta dizer que fui eu o companheiro de viagem eleito!!!
Isto a propósito de quê? A propósito de quem nos calha na "rifa" e que, por umas breves horas se senta ao nosso lado, muitas vezes contra a vontade (não se aplica ao meu caso, já que até senhoras de idade querem a minha companhia), nestas viagens, infelizmente necessárias.
Já tive a sorte de algumas vezes calhar ao lado de umas raparigas ditas "boascomómilho"... e nem é preciso dizer o que nos passa pela cabeça nessas alturas (chicotes e outros brinquedos), mas o bom senso impele-nos a encolhermo-nos todos, para não dar a sensação que nos estamos a atirar à menina (uma rapariga contava-me que um moço, numa dessas viagens, passou a mão na perna da amiga... porventura, digo eu, para saber se ela utilizava daqueles produtos novos que eliminam todo e qualquer vestígio de pelagem por uns tempos - mas claro que foi logo mal interpretado... coitado) ... mas, a maior parte das vezes, não tenho sorte nenhuma (vá-se lá saber porquê - se voltássemos às probabilidades... e vendo o "gado" que habitualmente povoa os autocarros, calhar com uma "gaja boa" é como ganhar um três no totoloto - então, o tal de amor à primeira vista, corresponderá a um seis - e eu nunca tive mais do que um três no totoloto). Isso não quer dizer que as viagens sejam desinteressantes por causa disso... apenas menos coloridas (há-de haver muita gente que, ao ler isto deve pensar: "este gajo é um depravado", mas quem me conhece sabe que não... se bem que fica no ar aquela pergunta: "Mas afinal, quem é que este gajo conhece?")!
Há uns tempos, por exemplo, vinha ao meu lado um funcionário judicial, também ele do Norte e a ver-se obrigado a prestar serviço no Texas (para quem ainda não tenha reparado em comentários anteriores, Texas=Lisboa). Se bem que no final da viagem eu só desejava que aparecesse um dos protagonistas dos Man In Black para me apagar a memória das últimas horas, o que é certo é que deu para ver que até a justiça é injusta... lá dentro também há m*rda (desculpem-me o termo, mas como podem ver, tive o cuidado de meter o correspondente à bolinha no canto superior direito do televisor no palavrão, ou seja, em vez de escrever merda, escrevi m*rda)...
Mas já tive uma viagem deveras interessante (e só espero que a pessoa que vou referir não venha aqui ler isto) em que, inclusivamente, a senhora (não vou explicar o porquê da senhora) já queria ir morar comigo lá (no tal de Texas)... mentes poluídas, despoluam-se, pois não é nada do que estão para aí a pensar (até porque sofro do síndroma da pouca sorte)... a "senhora" queria partilhar o "meu" apartamento, por razões, claro está, económicas (sim... não pensem vocês por lá que isto de estar fora da terrinha é divertido... a não ser para os que vão tirar aqueles cursos de "como dar cabo do fígado em 5 anos" - e sim... gasta-se dinheiro com os bens de primeira necessidade, tais como: casa, comida, transportes, bares de strip, etc). Bem, o que é certo é que nesse momento apercebi-me que, se calhar, fui congelado e descongelaram-me passados uns séculos, em que morarem duas pessoas de sexo oposto no mesmo apartamento, a partilhar talheres e papel higiénico (e... outras coisas - no caso do papel higiénico, é o rolo que se partilha, não as folhas - nesse caso não há frente e verso) não tem mal nenhum... claro que há casos e casos, existem excepções... mas imagine o caro leitor (por uns momentos, sinto-me um daqueles cronistas das revistas e jornais... "leitores") que o seu(sua) namorado(a) lhe diz assim: "Amoreee, olha lá... importas-te que eu vá morar lá onde eu estou com um(a) gajo(a) que conheci ontem? Não tem mal nenhum, ele(a) parece-me uma pessoa impecável... e até poupo nas despesas..." e por aí fora. Das duas uma, ou, devido à distância, um(a) gajo(a) até pensa "é agora que me vou livrar dele(a)!!!", ou então, até nem achamos grande piada à ideia, sabe-se lá porquê! Concluindo, se bem que a ideia de início até me agradou (teria a casa arrumada e limpa... e poupava em alguns dos bens de primeira necessidade que referi), por outro, nem por isso... se calhar porque no processo de descongelação, alguma coisa correu mal!!! Falta-me apenas uma ressalva... se calhar naqueles casos em que os casais são constituídos por dois Adãos ou duas Evas, a ideia de ir morar com outras pessoas do mesmo sexo também não é muito aliciante para a cara metade...
FIM DA PRIMEIRA PARTE
quarta-feira, maio 10, 2006

postheadericon The right choice/decision...

O processo pelo qual esperamos fazer a escolha certa (seja qual for o caso), sendo fácil para alguns, é também extremamente complicado para outros. Eu, pessoalmente, em muitas coisas, situo-me no segundo grupo. Se por vezes é facílimo tomarmos uma decisão, na maior parte dos casos, esse processo gera um número substancial de cabelos brancos... então, à medida que vamos levando "cacetadas", cada vez são menos as decisões ditas fáceis.
Outro aspecto: após tomarmos a decisão que, em consciência, é a mais correcta, deparamo-nos com o facto de que, afinal não era...
Então, posto isto, o que fazer? Bem... na minha opinião, nada, desde que se faça alguma coisa!!! Passo a explicar: quanto mais tempo "enrolarmos" uma decisão em pensamentos, pior o resultado. Se bem que muitas requerem o mínimo de ponderação, nada justifica (apesar de sexy) o aumento substancial de cabelos brancos... depois, se a coisa correr mal, sempre podemos dizer que aprendemos com os nossos erros... e aí digo-vos, há quem passe a maior parte do tempo a aprender, como eu, por exemplo :-)
Agora, como se costuma dizer, a excepção confirma a regra... e por isso, aquelas decisões que não nos afectam só a nós, são, neste caso, a excepção... ou seja, como a nossa liberdade acaba onde a dos outros começa (onde é que já se ouviu isto?), tudo o que decidimos que envolva a palavra "outros", requer um cuidado especial... mas sempre podemos depois pedir desculpa!!!
sábado, maio 06, 2006

postheadericon opah... keru... axu... poix... windu!!!

Meninos (e meninas), haverá por aí alguém que me consiga traduzir esta nova linguagem?
Já pedi a alguns professores de português que me auxiliassem, mas nenhum deles dispunha dos meios adequados para o estudo deste fenómeno...
Bem, minto, uma professora de português que eu conheço - a rondar os 24 aninhos - dispunha de um mecanismo sofisticado, através do qual é possivel comunicar com outras pessoas utilizando este dialecto... o nome técnico do aparelho é "NOKIA 3210" (aparentemente tudo começou assim - tal como nós descendermos dos macacos e alguns, de gorilas)... e pressionando umas pequenas teclas (à velocidade da luz) vão aparecendo no visor do dito aparelho, as palavras neste estranho dialecto, que depois são enviadas, em jeito de telegrama, para outra pessoa (vulgarmente apelidado de SMS)... e quando chegavam as respostas, apercebi-me que existem "bué" de palavras que, trocando apenas algumas letras, significam exactamente a mesma coisa (mais, podemos alterar as letras ao nosso critério, deixando para os outros o esforço de traduzir ou "desencriptar" o significado das palavras) e bem que, passado um bocado, apercebi-me que algumas dessas palavras são parecidas com a do nosso português (o meu aparelho só escreve em português) e que, se imaginarmos um alentejano a viver nos Açores, com um abcesso nos molares a pronunciar as mesmas, até soam a algo parecido com a nossa língua materna...
Pelos vistos, quem hoje não consiga decifrar o referido dialecto é um "ansmsfabeto" e parece que o fenomeno vai-se alastrando a outras àreas, incluindo os testes de português, obrigando os professores da disciplina a desdobrarem-se em seminários, palestras, workshops e demais actividades, com o objectivo de aprofundarem os seus conhecimentos sobre a matéria em causa, mas entretanto, vão camuflando o seu "ansmsfabetismo" tentando reprovar os alunos que se dignam a utilizar este novo dialecto nos testes (se bem que, sem sucesso, já que quem manda hoje em dia são eles e a Ministra com as suas subjectivas competências), demonstrando eles (alunos) que se encontram a par das novidades linguísticas (e que estão eles mesmos no controle da coisa)!
...k ñ tm kão kaça k gatu... axu...

postheadericon Filho meu não brinca aos cowboys

Mas que cowboyada por aqui anda... eu, se fosse gay (coisa que não sou - e perdoem-me todos os que o são - não é nada pessoal), ficava triste por ver que a sociedade trata o "gaysmo" com tanto fervor, que até ele há filmes que são nomeados para os óscares, pelo simples facto de a história se desenrolar em volta de dois cowboys, que aparentemente, estando os dois equipados com manetes, gostam de gritar à índio quando "atacam" (e lá arrancam o escalpe um ao outro)...
Verdade seja dita, hoje em dia o ser-se gay é uma afirmação e não uma simples opção de vida... a sociedade dá tanta importância aos gays, que os maus da fita passam a ser os homofóbicos (não muito por culpa deles, mas porque é necessário e "in" defender causas ditas "nobres" - e pobrezinhos já estão "out")... não é assim que se sensibiliza a maioria da sociedade para o facto de que existem pessoas que não seguem os padrões ditos "normais" (ou seja, rosca e parafuso)... não é tornando "maus" os típicos homens deslavados e que cospem para o chão (o berdadeiro macho)... digamos que, extremando um pouco a coisa, os terroristas, na óptica deles, também têm lá a sua razão (o certo é que ninguém percebe qual ela seja)...
Devo dizer que conheço pessoas assim (digo, gays e não terroristas), arranjo forma de as respeitar (procuro não pensar nos "pormenores" hehehe), desde que elas me respeitem a mim (confesso que não sou muito tolerante e que, automaticamente, passo a ser um pouco homofóbico)... não aprovo, mas não chateio quem opta por o ser... é lá com eles... na intimidade, cada um faz o que lhe apetece... mas também não aprovo o ter que levar diariamente com "certas e determinadas coisas" gays (na televisão, nas revistas, na rádio...), pois parece que querem "converter" a sociedade e obrigar a maioria a adoptar comportamentos da minoria... não quero ser ofensivo, mas também não gostava de ver na televisão o típico "macho" a pavonear-se como tal... por outras palavras, tal como digo não às testemunhas de Jeová (perdoem-me também elas - mas imagine-se o que seria antes do telejornal, levar com uma "lavagem" durante 10 minutos), também gosto de ter o direito de opção em tudo o resto e ser livre de pensar por mim e não no colectivo, só porque é "in", está na moda ou isso (ou seja, ainda nao fiz o penteado à Zé Galo - se eu souber quem são os argumentistas da série "Morangos com açúcar", ainda lhes hei-de perguntar se têm filhos e se eles se comportam daquelas formas "estranhas", quen incluem roubar os carros do professores, comer a namorada do melhor amigo, etc)... podem-me chamar de "quadrado" que não me importo...
Portanto, gays de todo o mundo, oiçam: aproveitem agora, porque amanhã a sociedade arranja outra "minoria" com a qual brincar e volta a relegar-vos para o anonimato... e como em tudo o resto, como já disse, lá vamos todos comprar outras pulseiras, mudar o penteado, trocar o "k" pelo "que" outra vez, etc... (qualquer dia escrevo sobre os "meninos" de hoje - já são eles que ditam as regras e não os "kotas" - novo dicionário de português na calha)...
Concluindo, devido a esta propaganda toda, se algum dia tiver a felicidade de ter filhos, não os vou deixar brincar aos cowboys, nem ver o José Castelo Branco na TVI...

postheadericon my gusta carinho... si, si

O título pode parecer outra coisa, mas o que eu quero é manifestar aqui o meu "espanto" para com os "meninos" de hoje em dia, particularmente no que concerne aos seus relacionamentos, intitulados de andar, curtir, namorar e outros tantos verbos por eles utilizados e que basicamente referem-se todos à mesma coisa: dois adolescentes que se "comem" a força toda (os adultos também já começam a imitá-los... quem disse que não se aprende com os jovens ein?)!!!
Ora, para "colorir" um pouco este texto, partilho aqui uma das cenas que tive a oportunidade de observar no outro dia: ia eu descansadinho da vida para a sala de aula, a passar pelos campos de futebol devidamente alcatroados da escola e eis que, ao meu lado esquerdo, observo dois bípedes de sexo oposto (do mal o menos) a - falha-me outra expressão - "comerem-se". Mas nao era um "comerem-se" qualquer... eles "esfregavam-se" enfusivamente como se não houvesse amanhã!!! Devo dizer que os espécimens eu causa rondam os 15 aninhos... no meu tempo não era assim!!! Caraças, no meu tempo, um beijo na boca em plena escola (quando rondava eu os 15 aninhos) tinha que ser "controlado", sem língua e era uma felicidade, acreditem!!! Agora, meus amigos, só falta despirem-se e completarem o acto ali mesmo, num banquinho da escola (até que se pode tornar um fetiche para alguns).
Já não há respeito, não há pudor, não há nada (a não ser golpes na espinha)... não quero ser exagerado e que assim transpareça demais a minha faceta de "retrógrado", mas há limites para tudo, que o próprio bom senso impõe... a continuar assim, quando estes meninos crescerem aquilo é que vai ser... como dizia um amigo meu, por outras palavras, esta geração morangos vai acabar por apodrecer... e com ela, vai a sociedade!
Portanto, meninos, um conselho aqui do "velho": levem as coisas mais devagarinho; saboreiem bem cada momento; há tempo para tudo (respeitem o espaço dos outros); não queiram chegar aos vinte e tais frustrados, pois a esse ritmo, nessa idade já nada é novidade e há que ir tendo algumas "surpresas" ao longo da vida (e que nao sejam umas coisas pequenas que choram muito aos 15 anos)!!!

postheadericon Casamento e vida boémia...

A minha prima casou-se!!!
Concerteza que por aí haverá pessoas que também têm primas e que, imagine-se, igualmente se casam... mas isso não interessa para o caso, pois cada um fala da prima que tem.
E a respeito da dita pessoa, devo dizer que se não fosse prima, tinha noutros tempos tentado a minha sorte (que não é muita por sinal), mas devo também dizer que, já que não pode ter um machão garanhão, 1,90m e mentiroso como eu, como ficou servida, também não ficou mal! O espécimen é porreiraço e desconfio que vai tratar bem a prima em causa (ai dele se assim não for).
Mas o que eu queria deixar aqui escrito é que, cada vez menos entendo este processo todo de casamento e o que vem a seguir a isso. Por um lado porque, parece que depois de uma pessoa se casar existem dois caminhos distintos: um em que uma pessoa tem que ir aos trambulhões e outro em que se vai a rebolar, batendo com a cabeça nas pedras. Tudo se complica depois do casamento, mesmo, imagine-se, naqueles casos em que até já viviam juntos há uns tempos. Não há estradas alcatroadas nos casamentos, ou se havia, com o tempo e sem manutenção, estragaram-se!
Assim sendo, mais vale voltar à vida de antes (e aí entram os divórcios)... assim, pelo menos, cada um tem a sua televisão, sendo dono e soberano do comando... e mais: as mulheres ficam com os cães de companhia (que hoje em dia têm 1,80m em média e muitos são loiros - além de que, aparentemente, vêm treinados para fazer chichi nos lugares próprios para o efeito) e os homens ficam com as mães(zinhas) que fazem umas sopas de se lhes tirar o chapéu... por isso, mais vale não casar... vai-se comendo sopa...

No outro extremo (dos que se casam e/ou fazem vida conjugal - e até dos que simplemente namoram, monogamicamente falando), estão aqueles que se dedicam à vida boémia... sem amarras nem preocupações com aquela coisa chata que é a "responsabilidade" (brrrr... até arrepia)... "comem" quando querem e o que querem, divertem-se a 110%... não estabelecem "bounds" nem "bonds" com ninguém... e lá vão curtindo a vida!
Mas como tudo na vida são fases, esta é mais uma... e depois da fase da "desbunda" vêm outras onde já entra o tal palavrão de "responsabilidade" (ai ai)... e aí é que a coisa se complica... pois quem passa a vida a voar, tem dificuldade em ter sítio para aterrar... já que passou a vida a brincar com as torres de controlo... basicamente, somos um espectáculo enquanto voamos, mas por passarmos a vida nisso, pouca gente está disposta a albergar o nosso avião, ou seja, voam connosco e tal, mas ficar com o avião isso é que não (raio de analogia)... o que depois leva a escolhermos uma qualquer pista para aterrarmos... escusado será dizer que, em muitos casos, volta-se ao tópico da separação... e aí, o avião volta a voar, ou a pista fecha!
Posso dizer que conheço alguns casos desses... e quem sai à noite, com um pouco de atenção, vislumbra-os logo... ou boémios (os mais frequentes) ou aviões reabastecidos e que voltaram a ocupar o céu (muitos sofrem "upgrades", passando de avião com élices para aviões a jacto)...
É bom podermos curtir a vida e não nos maçarmos com o facto de termos que dar satisfações a alguém... mas a vida não é só isso... e eu, se fosse pista, acho que fechava a torre! Também gosto de voar, mas se passarmos muito tempo no ar, perdemos a noção de como se caminha...

Por fim, isto leva-me a concluir que, como a sociedade hoje em dia se comporta, isto é uma situação de "loose, loose"... alguém com conhecimentos de probabilidades ainda há-de fazer os cálculos... a ver se é mais fácil ganhar o euro-milhões... se somos (minimamente) certinhos. arriscamo-nos a ter uma surpresa quando estabelecemos compromissos, ou então, só encontramos aviões... se somos aviadores, podemos ter que passar a vida no ar, se bem que, temporariamente, tocamos o chão...

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