sábado, maio 20, 2006
As aventuras de pharapuso - as viagens (parte III)
sábado, maio 20, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Lembrei-me agora de mais uma viagem "fixe". A história que vos vou contar mete um par de namorados, dois espectadores de ocasião, duas filas de bancos e... um autocarro.
A sinistra viagem começa em Lisboa... estava um tempo assim assim (que é como quem diz, não me lembro), o vento soprava para algum lado e fazia frio, mas nem por isso... inicia-se o embarque no machi... autocarro; os passageiros entram ordeiramente, sentando-se nos respectivos lugares... e eis que um jovem casal se depara com uma situação peculiar: ele tem que se sentar numa fila e ela, na fila logo atrás... e mais... ela leva com um ele ao lado (eu) e ele leva com uma ela (uma gaja boa - melhor sorte que eu)... ou seja, traduzindo isto por miúdos, éramos quatro (duhhh - humor para bêbados, já que só eles é que se riem destas piadas... vá-se lá saber porquê).
Agora, não sei se foi por causa da proximidade da gaja boa, ou pelo repúdio de ir sentada ao meu lado, mas o que é certo é que a menina, namorada do menino da frente, ía sempre encostada ao banco dele a fazer-lhe festinhas e tal... bem, eu a certa altura até pensei: "Pedro, vê lá tu, que esta menina que aqui vai ao lado, vai encostada ao banco da frente, onde está o namorado... e vai a fazer-lhe festinhas... e tal!!!". Depois também pensei: "Pedro, já deste conta que a gaja que vai à tua frente é toda boa?". Logo a seguir matutei: "Pedro, será que em Viseu o tempo também está assim assim, porque não me lembro?".
Depois de mais de 30 minutos de divagações parvas, finalmente pensei: "Pedro, será que a menina está com medo que o seu menino fuja para algum lado... e por isso é que está assim a meter-lhe a mão em cima?". Mas depois pensei: "Pedro... mas para onde (raios) é que ele vai fugir dentro de um autocarro?". Por isso, meti essa hipótese de lado... mas logo a seguir lembrei-me: "Pedro, será que a menina está a ter este comportamento porque ele é daqueles doentes que se esquecem de quem são... e por isso ela lá lhe vai metendo a mão em cima, para quando ele tiver uma crise dessas, ela poder dizer que é namorada, porque lhe vai a fazer festinhas (e tal)... e que foi a mesma estratégia utilizada para o roubar à melhor amiga? (e para não pensar que é a gaja boa que está ao lado)". Mas não... algo me diz que não era isso... mas o facto de ter acrescentado aqui a varíavel da gaja boa, fez-me cogitar (pensar - fui ver sinónimos de pensar, para não me tornar repetitivo): "Pedro, meu gajo bom comó destino dos que ganham o totoloto, será que ela lhe vai a meter a mão para o gajo não se por com ideias malucas para com a gaja boa que vai ao seu lado? (pode ser que ele seja como eu... e pense logo nos brinquedos)"... bem, não sei... o que sei é que o gajo às páginas tantas já estava a ficar farto das festinhas, pois tombava a cabeça para o lado, como se quisesse dormir... e lá estava a chata atrás com as festinhas ao pobre coitado. Mas depois reparei: "Pedro, meu grande maluco e tarado, já viste que ele tomba sempre a cabeça para o lado onde está a gaja boa?"... e aí fez-se luz: a minha última teoria estava certa!!!! Durante uns minutos fui feliz da vida (apesar de não poder ser eu a estar ao lado da gaja boa), já que tinha descoberto o motivo de tal adoração e manifestação de (incomodativo) carinho...
Mas, passados esses momentos de estúpida euforia, caí em mim e pensei (não gostei dos outros sinónimos que vi): "Pedro, minha optimista bomba sexual, a razão pelo qual a menina vai a fazer festas ao menino (ao de cima), é porque, os dois meninos namoram... e a menina, gosta dele... daí, apesar de ele não achar piada nenhuma, pois ao lado tem uma gaja toda boa, ela tem estes carinhos para com o menino (continua a ser o de cima), demonstrando assim todo o seu afecto para com ele (menino... de cima)!!!"...
A sinistra viagem começa em Lisboa... estava um tempo assim assim (que é como quem diz, não me lembro), o vento soprava para algum lado e fazia frio, mas nem por isso... inicia-se o embarque no machi... autocarro; os passageiros entram ordeiramente, sentando-se nos respectivos lugares... e eis que um jovem casal se depara com uma situação peculiar: ele tem que se sentar numa fila e ela, na fila logo atrás... e mais... ela leva com um ele ao lado (eu) e ele leva com uma ela (uma gaja boa - melhor sorte que eu)... ou seja, traduzindo isto por miúdos, éramos quatro (duhhh - humor para bêbados, já que só eles é que se riem destas piadas... vá-se lá saber porquê).
Agora, não sei se foi por causa da proximidade da gaja boa, ou pelo repúdio de ir sentada ao meu lado, mas o que é certo é que a menina, namorada do menino da frente, ía sempre encostada ao banco dele a fazer-lhe festinhas e tal... bem, eu a certa altura até pensei: "Pedro, vê lá tu, que esta menina que aqui vai ao lado, vai encostada ao banco da frente, onde está o namorado... e vai a fazer-lhe festinhas... e tal!!!". Depois também pensei: "Pedro, já deste conta que a gaja que vai à tua frente é toda boa?". Logo a seguir matutei: "Pedro, será que em Viseu o tempo também está assim assim, porque não me lembro?".
Depois de mais de 30 minutos de divagações parvas, finalmente pensei: "Pedro, será que a menina está com medo que o seu menino fuja para algum lado... e por isso é que está assim a meter-lhe a mão em cima?". Mas depois pensei: "Pedro... mas para onde (raios) é que ele vai fugir dentro de um autocarro?". Por isso, meti essa hipótese de lado... mas logo a seguir lembrei-me: "Pedro, será que a menina está a ter este comportamento porque ele é daqueles doentes que se esquecem de quem são... e por isso ela lá lhe vai metendo a mão em cima, para quando ele tiver uma crise dessas, ela poder dizer que é namorada, porque lhe vai a fazer festinhas (e tal)... e que foi a mesma estratégia utilizada para o roubar à melhor amiga? (e para não pensar que é a gaja boa que está ao lado)". Mas não... algo me diz que não era isso... mas o facto de ter acrescentado aqui a varíavel da gaja boa, fez-me cogitar (pensar - fui ver sinónimos de pensar, para não me tornar repetitivo): "Pedro, meu gajo bom comó destino dos que ganham o totoloto, será que ela lhe vai a meter a mão para o gajo não se por com ideias malucas para com a gaja boa que vai ao seu lado? (pode ser que ele seja como eu... e pense logo nos brinquedos)"... bem, não sei... o que sei é que o gajo às páginas tantas já estava a ficar farto das festinhas, pois tombava a cabeça para o lado, como se quisesse dormir... e lá estava a chata atrás com as festinhas ao pobre coitado. Mas depois reparei: "Pedro, meu grande maluco e tarado, já viste que ele tomba sempre a cabeça para o lado onde está a gaja boa?"... e aí fez-se luz: a minha última teoria estava certa!!!! Durante uns minutos fui feliz da vida (apesar de não poder ser eu a estar ao lado da gaja boa), já que tinha descoberto o motivo de tal adoração e manifestação de (incomodativo) carinho...
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