sábado, maio 06, 2006
opah... keru... axu... poix... windu!!!
sábado, maio 06, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Meninos (e meninas), haverá por aí alguém que me consiga traduzir esta nova linguagem?
Já pedi a alguns professores de português que me auxiliassem, mas nenhum deles dispunha dos meios adequados para o estudo deste fenómeno...
Bem, minto, uma professora de português que eu conheço - a rondar os 24 aninhos - dispunha de um mecanismo sofisticado, através do qual é possivel comunicar com outras pessoas utilizando este dialecto... o nome técnico do aparelho é "NOKIA 3210" (aparentemente tudo começou assim - tal como nós descendermos dos macacos e alguns, de gorilas)... e pressionando umas pequenas teclas (à velocidade da luz) vão aparecendo no visor do dito aparelho, as palavras neste estranho dialecto, que depois são enviadas, em jeito de telegrama, para outra pessoa (vulgarmente apelidado de SMS)... e quando chegavam as respostas, apercebi-me que existem "bué" de palavras que, trocando apenas algumas letras, significam exactamente a mesma coisa (mais, podemos alterar as letras ao nosso critério, deixando para os outros o esforço de traduzir ou "desencriptar" o significado das palavras) e bem que, passado um bocado, apercebi-me que algumas dessas palavras são parecidas com a do nosso português (o meu aparelho só escreve em português) e que, se imaginarmos um alentejano a viver nos Açores, com um abcesso nos molares a pronunciar as mesmas, até soam a algo parecido com a nossa língua materna...
Pelos vistos, quem hoje não consiga decifrar o referido dialecto é um "ansmsfabeto" e parece que o fenomeno vai-se alastrando a outras àreas, incluindo os testes de português, obrigando os professores da disciplina a desdobrarem-se em seminários, palestras, workshops e demais actividades, com o objectivo de aprofundarem os seus conhecimentos sobre a matéria em causa, mas entretanto, vão camuflando o seu "ansmsfabetismo" tentando reprovar os alunos que se dignam a utilizar este novo dialecto nos testes (se bem que, sem sucesso, já que quem manda hoje em dia são eles e a Ministra com as suas subjectivas competências), demonstrando eles (alunos) que se encontram a par das novidades linguísticas (e que estão eles mesmos no controle da coisa)!
...k ñ tm kão kaça k gatu... axu...
Já pedi a alguns professores de português que me auxiliassem, mas nenhum deles dispunha dos meios adequados para o estudo deste fenómeno...
Bem, minto, uma professora de português que eu conheço - a rondar os 24 aninhos - dispunha de um mecanismo sofisticado, através do qual é possivel comunicar com outras pessoas utilizando este dialecto... o nome técnico do aparelho é "NOKIA 3210" (aparentemente tudo começou assim - tal como nós descendermos dos macacos e alguns, de gorilas)... e pressionando umas pequenas teclas (à velocidade da luz) vão aparecendo no visor do dito aparelho, as palavras neste estranho dialecto, que depois são enviadas, em jeito de telegrama, para outra pessoa (vulgarmente apelidado de SMS)... e quando chegavam as respostas, apercebi-me que existem "bué" de palavras que, trocando apenas algumas letras, significam exactamente a mesma coisa (mais, podemos alterar as letras ao nosso critério, deixando para os outros o esforço de traduzir ou "desencriptar" o significado das palavras) e bem que, passado um bocado, apercebi-me que algumas dessas palavras são parecidas com a do nosso português (o meu aparelho só escreve em português) e que, se imaginarmos um alentejano a viver nos Açores, com um abcesso nos molares a pronunciar as mesmas, até soam a algo parecido com a nossa língua materna...
Pelos vistos, quem hoje não consiga decifrar o referido dialecto é um "ansmsfabeto" e parece que o fenomeno vai-se alastrando a outras àreas, incluindo os testes de português, obrigando os professores da disciplina a desdobrarem-se em seminários, palestras, workshops e demais actividades, com o objectivo de aprofundarem os seus conhecimentos sobre a matéria em causa, mas entretanto, vão camuflando o seu "ansmsfabetismo" tentando reprovar os alunos que se dignam a utilizar este novo dialecto nos testes (se bem que, sem sucesso, já que quem manda hoje em dia são eles e a Ministra com as suas subjectivas competências), demonstrando eles (alunos) que se encontram a par das novidades linguísticas (e que estão eles mesmos no controle da coisa)!
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