segunda-feira, junho 26, 2006
Tibete, here I go
segunda-feira, junho 26, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Devo confessar que sempre tive uma especial atracção pelo que nós, ocidentais, achamos de "exótico" ou ao que, por um ou vários motivos, não obedece aos nossos padrões do que é convencional.
A respeito de locais e culturas, espalhadas por esse Mundo fora, gostava de visitar uma série de coisas... e tenho consciência que, na maior parte dos casos, a altura em que vou estar mais perto de alguns desses locais, será em frente à televisão... a ver o Discovery, Travel, History, Odisseia... e por aí fora... enfim!!!
Um dos sítios que gostava assim de visitar é o Tibete... tanto pelo local em si como pela cultura. Mas a respeito deste local especificamente, há uma série de acontecimentos que precipitam no meu cérebro a memória de que esse local existe.
De facto, sempre que inevitavelmente aparecem aquelas contrariedades ou revés na nossa vida, no meu caso, penso no Tibete... e quão bom seria ficar encarregue de tocar o sino num dos mosteiros... esse acto simples que, pelas suas características, não nos obriga a tentar compreender ou a elaborar fórmulas complexas, já que o intuito, simples, directo e objectivo, é de... tocar o sino!!!
Não precisamos de saber que os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus, que e=mc2, que o Sócrates foi adoptado por porquinhos da Índia... e teremos sempre em mente, como dado adquirido, que o sino não vai trair a nossa confiança, não vai dar o dito por não dito, não vai comentar nada com ninguém, não vai chamar os fiscais por causa dos mp3, nem prolongar os nossos anos ao serviço da força laboral (Robin Hood, fazes cá falta)... limita-se a, ao sinal de uma provocação nossa, ecoar por aquelas montanhas fora, onde para muitos fica o topo do Mundo, umas sonoras badaladas, dadas com o devido entusiasmo...
Entretanto, um amigo meu, sempre atento, corrigiu-me... e disse que seria melhor rodar aqueles pedaços de madeira, com dizeres "exóticos", típicos da cultura budista... mas acho que prefiro o sino... faz mais barulho!!!
Quem me conhece, sabe o quanto eu posso ser chato, para não dizer incomodativo, quanto às contrariedades da minha vida... desconfio que qualquer dia alguém me oferece o bilhete... mas só de ida! A essa pessoa, desde já, o meu obrigado...
A respeito de locais e culturas, espalhadas por esse Mundo fora, gostava de visitar uma série de coisas... e tenho consciência que, na maior parte dos casos, a altura em que vou estar mais perto de alguns desses locais, será em frente à televisão... a ver o Discovery, Travel, History, Odisseia... e por aí fora... enfim!!!
Um dos sítios que gostava assim de visitar é o Tibete... tanto pelo local em si como pela cultura. Mas a respeito deste local especificamente, há uma série de acontecimentos que precipitam no meu cérebro a memória de que esse local existe.
De facto, sempre que inevitavelmente aparecem aquelas contrariedades ou revés na nossa vida, no meu caso, penso no Tibete... e quão bom seria ficar encarregue de tocar o sino num dos mosteiros... esse acto simples que, pelas suas características, não nos obriga a tentar compreender ou a elaborar fórmulas complexas, já que o intuito, simples, directo e objectivo, é de... tocar o sino!!!
Não precisamos de saber que os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus, que e=mc2, que o Sócrates foi adoptado por porquinhos da Índia... e teremos sempre em mente, como dado adquirido, que o sino não vai trair a nossa confiança, não vai dar o dito por não dito, não vai comentar nada com ninguém, não vai chamar os fiscais por causa dos mp3, nem prolongar os nossos anos ao serviço da força laboral (Robin Hood, fazes cá falta)... limita-se a, ao sinal de uma provocação nossa, ecoar por aquelas montanhas fora, onde para muitos fica o topo do Mundo, umas sonoras badaladas, dadas com o devido entusiasmo...
Entretanto, um amigo meu, sempre atento, corrigiu-me... e disse que seria melhor rodar aqueles pedaços de madeira, com dizeres "exóticos", típicos da cultura budista... mas acho que prefiro o sino... faz mais barulho!!!
Quem me conhece, sabe o quanto eu posso ser chato, para não dizer incomodativo, quanto às contrariedades da minha vida... desconfio que qualquer dia alguém me oferece o bilhete... mas só de ida! A essa pessoa, desde já, o meu obrigado...
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