quinta-feira, dezembro 17, 2009

postheadericon Gayada casamenteira

Amigos, finalmente os homossexuais vão poder "juntar os trapos" legalmente, ou seja, vão passar a ter um papel que muitos dos não-gays têm vindo a desprezar, recorrendo a modelos alternativos de união.
Não me interpretem mal... tenho amigos homossexuais, amigos do coração (não confundir com curação, que eu não entro nessas coisas) e não me incomoda nada que o sejam, desde que não o sejam "explicitamente" à minha frente.
Desculpem todos vós, senhores das causas "menores" - ou melhor, mediáticas - esta minha personalidade retrógrada e anti-progressista! Nas minhas aventuras pela bricolage, uma coisa que aprendi é que não dá para enroscar um parafuso no outro ou uma porca na outra (leia-se literalmente, sem segundas intenções)... já duas porcas num parafuso...
Imagino que a par de outras "minorias" revoltadas, daqui a pouco tempo, logo após o reconhecimento da possibilidade de adopção, lá terão também os políticos "progressistas" que criar quotas para admissão a cargos públicos, elaboração de listas eleitorais e por aí fora, respeitando desta forma a igualdade de direitos. Ou será que essa "minoria" será "agregada" à das mulheres? Lanço aqui a ideia "progressista" de agregar todas essas "minorias" num único grupo(mulheres, aceitam ser tratadas assim, como quotas?). E já agora, permitam-me sugerir um nome, que talvez já tenha alguma "concorrência" mas pronto: grupo "causas menores".
Uma coisa é certa: haverá menos revolta pública, devido à substituição dos lugares preenchidos pelas tais quotas, como se viu nas eleições europeias: caso um gay-homem seja substituído, é considerado um homem, portanto "no problem"; caso uma gay-mulher seja substituída, pode sempre alegar que "lá em casa sou eu que faço a barba", logo, trata-se da substituição de um macho por outro!
Pessoal, não me encarem como mais um "machista" homofóbico porque apesar de o ser, até me considero muito moderado. Só lamento que hoje em dia estes "pequenos" episódios tenham mais relevância do que aquilo que mais "dói": não vejo ninguém se exaltar "com entusiasmo" em debates públicos por o "Zé Bicho" ganhar injustamente o rendimento mínimo por ser "expert" em coçá-los, ou porque vemos sistematicamente "gente grande" safar-se de esquemas elaborados, dúbios, públicos, etc, e onde se vê que a inocência prova-se pela qualidade dos advogados (e da carteira para os pagar)!
Curioso é verificar que muitos deles safam-se devido ao facto de terem - directamente ou indirectamente - participado na criação de leis que "apenas" permitem validar (se assim for necessário) escutas onde o próprio (entenda-se arguido) fale com um atendedor de chamadas ou se submeta a um exercício de puro narcisismo, dando azo a um monólogo "comprometedor".
Por isso, amigos gays (e mulheres), deixem-se lá dessas coisas... não permitam que a sociedade vos atribua "rebuçados" que a longo prazo podem amargar a boca, à semelhança de outras coisas!!!

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