segunda-feira, junho 26, 2006
Tibete, here I go
segunda-feira, junho 26, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Devo confessar que sempre tive uma especial atracção pelo que nós, ocidentais, achamos de "exótico" ou ao que, por um ou vários motivos, não obedece aos nossos padrões do que é convencional.
A respeito de locais e culturas, espalhadas por esse Mundo fora, gostava de visitar uma série de coisas... e tenho consciência que, na maior parte dos casos, a altura em que vou estar mais perto de alguns desses locais, será em frente à televisão... a ver o Discovery, Travel, History, Odisseia... e por aí fora... enfim!!!
Um dos sítios que gostava assim de visitar é o Tibete... tanto pelo local em si como pela cultura. Mas a respeito deste local especificamente, há uma série de acontecimentos que precipitam no meu cérebro a memória de que esse local existe.
De facto, sempre que inevitavelmente aparecem aquelas contrariedades ou revés na nossa vida, no meu caso, penso no Tibete... e quão bom seria ficar encarregue de tocar o sino num dos mosteiros... esse acto simples que, pelas suas características, não nos obriga a tentar compreender ou a elaborar fórmulas complexas, já que o intuito, simples, directo e objectivo, é de... tocar o sino!!!
Não precisamos de saber que os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus, que e=mc2, que o Sócrates foi adoptado por porquinhos da Índia... e teremos sempre em mente, como dado adquirido, que o sino não vai trair a nossa confiança, não vai dar o dito por não dito, não vai comentar nada com ninguém, não vai chamar os fiscais por causa dos mp3, nem prolongar os nossos anos ao serviço da força laboral (Robin Hood, fazes cá falta)... limita-se a, ao sinal de uma provocação nossa, ecoar por aquelas montanhas fora, onde para muitos fica o topo do Mundo, umas sonoras badaladas, dadas com o devido entusiasmo...
Entretanto, um amigo meu, sempre atento, corrigiu-me... e disse que seria melhor rodar aqueles pedaços de madeira, com dizeres "exóticos", típicos da cultura budista... mas acho que prefiro o sino... faz mais barulho!!!
Quem me conhece, sabe o quanto eu posso ser chato, para não dizer incomodativo, quanto às contrariedades da minha vida... desconfio que qualquer dia alguém me oferece o bilhete... mas só de ida! A essa pessoa, desde já, o meu obrigado...
A respeito de locais e culturas, espalhadas por esse Mundo fora, gostava de visitar uma série de coisas... e tenho consciência que, na maior parte dos casos, a altura em que vou estar mais perto de alguns desses locais, será em frente à televisão... a ver o Discovery, Travel, History, Odisseia... e por aí fora... enfim!!!
Um dos sítios que gostava assim de visitar é o Tibete... tanto pelo local em si como pela cultura. Mas a respeito deste local especificamente, há uma série de acontecimentos que precipitam no meu cérebro a memória de que esse local existe.
De facto, sempre que inevitavelmente aparecem aquelas contrariedades ou revés na nossa vida, no meu caso, penso no Tibete... e quão bom seria ficar encarregue de tocar o sino num dos mosteiros... esse acto simples que, pelas suas características, não nos obriga a tentar compreender ou a elaborar fórmulas complexas, já que o intuito, simples, directo e objectivo, é de... tocar o sino!!!
Não precisamos de saber que os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus, que e=mc2, que o Sócrates foi adoptado por porquinhos da Índia... e teremos sempre em mente, como dado adquirido, que o sino não vai trair a nossa confiança, não vai dar o dito por não dito, não vai comentar nada com ninguém, não vai chamar os fiscais por causa dos mp3, nem prolongar os nossos anos ao serviço da força laboral (Robin Hood, fazes cá falta)... limita-se a, ao sinal de uma provocação nossa, ecoar por aquelas montanhas fora, onde para muitos fica o topo do Mundo, umas sonoras badaladas, dadas com o devido entusiasmo...
Entretanto, um amigo meu, sempre atento, corrigiu-me... e disse que seria melhor rodar aqueles pedaços de madeira, com dizeres "exóticos", típicos da cultura budista... mas acho que prefiro o sino... faz mais barulho!!!
Quem me conhece, sabe o quanto eu posso ser chato, para não dizer incomodativo, quanto às contrariedades da minha vida... desconfio que qualquer dia alguém me oferece o bilhete... mas só de ida! A essa pessoa, desde já, o meu obrigado...
quinta-feira, junho 22, 2006
sai do sol que te queimas...
quinta-feira, junho 22, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Amigos (e outros), nunca a sabedoria popular foi tão fiél à realidade... de facto, o sol queima... e de que maneira!!!
Isto para dizer, por outras palavras, que neste momento pareço um daqueles ingleses que vêm apanhar o sol de Portugal e que, acrescentando um molhinho de cerveja, assemelhar-se-iam a uns caramões grelhados...
Pois é... apesar de todas as advertências que (hummm) advertem o "povinho ignorante" para os perigos da exposição prolongada ao astro rei, eis que este ignorante decidiu banhar-se em raios UV à força toda... pois é, tenho orgulho em ser ignorante(por outras palavras, a máquina não rende mais que isto...), mas agora sinto na pele (literalmente) as consequências dessa minha característica... estou aqui, que nem posso (mais uma da sabedoria popular)...
Passo a explicar: no outro dia, aqui o rapaz resolveu ir passar um bocado de tempo na praia... e eis que era de dia e fazia sol... e mais ainda, estava "potente"... para ajudar à festa, o menino não tinha protector solar... mas como isso é para os "fracos", aqui vai disto... devo dizer que fiquei mais bem passado de frente do que de costas, mas os ombros, para compensar, estão da cor da salada de tomate que agora estou a comer...
Conclusão... se, para compensar a minha falta de inteligência, tivesse utilizado neste corpo escultural a tal pomada milagrosa (e gordurosa... e peganhenta), aparentemente, teria evitado agora o riso descontrolado das pessoas com quem me cruzo...
Isto para dizer, por outras palavras, que neste momento pareço um daqueles ingleses que vêm apanhar o sol de Portugal e que, acrescentando um molhinho de cerveja, assemelhar-se-iam a uns caramões grelhados...
Pois é... apesar de todas as advertências que (hummm) advertem o "povinho ignorante" para os perigos da exposição prolongada ao astro rei, eis que este ignorante decidiu banhar-se em raios UV à força toda... pois é, tenho orgulho em ser ignorante(por outras palavras, a máquina não rende mais que isto...), mas agora sinto na pele (literalmente) as consequências dessa minha característica... estou aqui, que nem posso (mais uma da sabedoria popular)...
Passo a explicar: no outro dia, aqui o rapaz resolveu ir passar um bocado de tempo na praia... e eis que era de dia e fazia sol... e mais ainda, estava "potente"... para ajudar à festa, o menino não tinha protector solar... mas como isso é para os "fracos", aqui vai disto... devo dizer que fiquei mais bem passado de frente do que de costas, mas os ombros, para compensar, estão da cor da salada de tomate que agora estou a comer...
Conclusão... se, para compensar a minha falta de inteligência, tivesse utilizado neste corpo escultural a tal pomada milagrosa (e gordurosa... e peganhenta), aparentemente, teria evitado agora o riso descontrolado das pessoas com quem me cruzo...
quarta-feira, junho 07, 2006
Mensagens subliminares...
quarta-feira, junho 07, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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AVISO IMPORTANTE: Este post é para maiores de 18 anos... por isso, quem não tiver ainda essa idade, é favor de parar de ler AQUI...
Pessoal (maiores de 18 anos), já alguma vez vos aconteceu alguém vos dirigir a palavra (pressupõe-se neste caso, do sexo oposto), tipo "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", que, interpretando à letra quer dizer: "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", mas que, muitas vezes quer dizer: "Estou à espera que me saltes em cima"??? Alguém já descobriu algum aparelho que dê para interpretar se a outra pessoa nos está a mandar pastar ou se, por outro lado, ali há uma mensagem subliminar que indica exactamente o contrário, ou seja, que a(o) vaca (boi) está ali mesmo? (esta foi forte... mas pronto... era para combinar com o pastar).
Por outras palavras, o que eu quero aqui demonstrar (e corrijam-me se estiver enganado) é que é complicado a gente saber o que fazer numa situação destas... já que muitas vezes dizemos o oposto daquilo que queremos... e isto não se aplica só a mensagens de cariz sexual, como é óbvio... mas como efeito ilustrativo, resulta na perfeição...
E isto a propósito de quê? Bem... um amigo meu recentemente teve uma experiência destas (afortunado)... e o que ele fez (já que não sabia qual das duas possibilidades seria), foi deixar amansar a "fera" e depois tudo se revelou... culminando sei lá em quê, mas imagino que, não havendo marcas visíveis de violência, a coisa tenha ido para a opção 2.
Mas o oposto deste exemplo também acontece (e falo agora no feminino), ou seja, mensagens do tipo: "ai ai... estou que nem posso... és bom dos pés às pernas e do umbigo ao pescoço... vem cá que está em saldo...", que depois na hora da verdade culmina em: "mas que é isto ein? Paff Paff" (a triste história da minha vida)... A este género de pessoas eu dou o nome de "teasers"... não é gente que eu aprecie muito... já me ocorreu uma vez pagar com a mesma moeda, mas o resultado que obtive foi uma estrondosa gargalhada... vá-se lá saber porquê...
Pois é caros amigos, maiores de 18 anos, é preferível ser frontal e não brincar com os sentimentos dos outros, já que as outras pessoas não são obrigadas a estar equipadas com um descodificador de mensagens subliminares, que originaria à partida que nos mandassem pastar (mais um vez), ou que soubessem que "the coast is clear"... se é arroz que queremos, não vamos pedir batatas... e nisso, diga-se de passagem, as mulheres são peritas...
P.S. já que vocês, menores de 18 anos, leram o post todo, faz favor de pedirem aos paizinhos para vos darem duas palmadas... eles não precisam de saber porquê... e concerteza que vontade não lhes falta para o fazerem...
Pessoal (maiores de 18 anos), já alguma vez vos aconteceu alguém vos dirigir a palavra (pressupõe-se neste caso, do sexo oposto), tipo "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", que, interpretando à letra quer dizer: "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", mas que, muitas vezes quer dizer: "Estou à espera que me saltes em cima"??? Alguém já descobriu algum aparelho que dê para interpretar se a outra pessoa nos está a mandar pastar ou se, por outro lado, ali há uma mensagem subliminar que indica exactamente o contrário, ou seja, que a(o) vaca (boi) está ali mesmo? (esta foi forte... mas pronto... era para combinar com o pastar).
Por outras palavras, o que eu quero aqui demonstrar (e corrijam-me se estiver enganado) é que é complicado a gente saber o que fazer numa situação destas... já que muitas vezes dizemos o oposto daquilo que queremos... e isto não se aplica só a mensagens de cariz sexual, como é óbvio... mas como efeito ilustrativo, resulta na perfeição...
E isto a propósito de quê? Bem... um amigo meu recentemente teve uma experiência destas (afortunado)... e o que ele fez (já que não sabia qual das duas possibilidades seria), foi deixar amansar a "fera" e depois tudo se revelou... culminando sei lá em quê, mas imagino que, não havendo marcas visíveis de violência, a coisa tenha ido para a opção 2.
Mas o oposto deste exemplo também acontece (e falo agora no feminino), ou seja, mensagens do tipo: "ai ai... estou que nem posso... és bom dos pés às pernas e do umbigo ao pescoço... vem cá que está em saldo...", que depois na hora da verdade culmina em: "mas que é isto ein? Paff Paff" (a triste história da minha vida)... A este género de pessoas eu dou o nome de "teasers"... não é gente que eu aprecie muito... já me ocorreu uma vez pagar com a mesma moeda, mas o resultado que obtive foi uma estrondosa gargalhada... vá-se lá saber porquê...
Pois é caros amigos, maiores de 18 anos, é preferível ser frontal e não brincar com os sentimentos dos outros, já que as outras pessoas não são obrigadas a estar equipadas com um descodificador de mensagens subliminares, que originaria à partida que nos mandassem pastar (mais um vez), ou que soubessem que "the coast is clear"... se é arroz que queremos, não vamos pedir batatas... e nisso, diga-se de passagem, as mulheres são peritas...
P.S. já que vocês, menores de 18 anos, leram o post todo, faz favor de pedirem aos paizinhos para vos darem duas palmadas... eles não precisam de saber porquê... e concerteza que vontade não lhes falta para o fazerem...
quinta-feira, junho 01, 2006
Os papás a avaliar os Senhores Professores, parte III
quinta-feira, junho 01, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Caro Alfredo,
Antes de mais, obrigado pelas cervejas que trouxeste no outro dia para a festa. O meu filho disse-me que levaste as que sobraram para a tua aula. Ainda bem, senão depois passava o prazo e já não se podiam beber (só se fosse para regar os camarões tigre que a gente vai grelhar aqui no Domingo, conforme combinámos - espero que não falhes).
Era só para te dizer que já sabes que vou-te dar o cinco, senão já sei que ficas chateado e nunca mais cá apareces com a família. Por falar nisso, a minha mulher pergunta se não podias vir cá para a semana dar o jeito (ela disse que tu sabias o que é). Desculpa não poder estar cá para te ajudar seja lá no que for, mas vou passar uns dias com a malta da Associação em Mirandela (aquilo é que vai ser comer postas).
A gente vê-se então no Domingo.
Abraço,
João Mota
P.S.: se ainda sobraram cervejas, não te esqueças de as trazer...
Antes de mais, obrigado pelas cervejas que trouxeste no outro dia para a festa. O meu filho disse-me que levaste as que sobraram para a tua aula. Ainda bem, senão depois passava o prazo e já não se podiam beber (só se fosse para regar os camarões tigre que a gente vai grelhar aqui no Domingo, conforme combinámos - espero que não falhes).
Era só para te dizer que já sabes que vou-te dar o cinco, senão já sei que ficas chateado e nunca mais cá apareces com a família. Por falar nisso, a minha mulher pergunta se não podias vir cá para a semana dar o jeito (ela disse que tu sabias o que é). Desculpa não poder estar cá para te ajudar seja lá no que for, mas vou passar uns dias com a malta da Associação em Mirandela (aquilo é que vai ser comer postas).
A gente vê-se então no Domingo.
Abraço,
João Mota
P.S.: se ainda sobraram cervejas, não te esqueças de as trazer...
Os papás a avaliar os Senhores Professores, parte II
quinta-feira, junho 01, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Carta Nº 2
Exmo. Senhor Professor da Disciplina de Educação Física,
Eu, Álvaro Soares de Bragança Maisquebom, venho por este meio informá-lo que o vou avaliar com o nível 1 no final deste ano escolar, já que o senhor por diversas vezes dirigiu-se ao meu filho como "tu aí", quando ele, na alta sociedade (da qual ele provém), os ilustres referem-se ao petiz pelo nome de família, ou seja, "Maisquebom Jr".
Por isso, não admito que um plebeu como o senhor o interpole com essa expressão vulgar, símbolo da ordinarice popular.
Aproveito também para lhe dizer que, espero não o ver nesta escola para o ano, pelo que já falei com o Presidente do Conselho Executivo, que, à semelhança do que fez com a professora de Geografia (que teve o desplante de dizer ao meu filho que ele deveria pedir autorização para entrar na sala de aula fora de horas - a Nobreza não pede autorização a ninguém; era sim obrigação dessa senhora, pedir desculpa ao meu filho por ter iniciado a aula sem a sua presença), trate assim de dar seguimento aos processos necessários para o efeito (expulsão), conforme a legislação em vigor, instituída pela minha vizinha, a digníssima Ministra da Educação.
Cordiais Saudações,
Álvaro Soares de Bragança Maisquebom
Exmo. Senhor Professor da Disciplina de Educação Física,
Eu, Álvaro Soares de Bragança Maisquebom, venho por este meio informá-lo que o vou avaliar com o nível 1 no final deste ano escolar, já que o senhor por diversas vezes dirigiu-se ao meu filho como "tu aí", quando ele, na alta sociedade (da qual ele provém), os ilustres referem-se ao petiz pelo nome de família, ou seja, "Maisquebom Jr".
Por isso, não admito que um plebeu como o senhor o interpole com essa expressão vulgar, símbolo da ordinarice popular.
Aproveito também para lhe dizer que, espero não o ver nesta escola para o ano, pelo que já falei com o Presidente do Conselho Executivo, que, à semelhança do que fez com a professora de Geografia (que teve o desplante de dizer ao meu filho que ele deveria pedir autorização para entrar na sala de aula fora de horas - a Nobreza não pede autorização a ninguém; era sim obrigação dessa senhora, pedir desculpa ao meu filho por ter iniciado a aula sem a sua presença), trate assim de dar seguimento aos processos necessários para o efeito (expulsão), conforme a legislação em vigor, instituída pela minha vizinha, a digníssima Ministra da Educação.
Cordiais Saudações,
Álvaro Soares de Bragança Maisquebom
Os papás a avaliar os Senhores Professores
quinta-feira, junho 01, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Carta Nº 1:
Escelentissimo senhore prufessore de purtugês do alunu Jasmim Carraceiro, meu filhu:
Venhu pur este meio agradecer desde já as folores que inviou para a minha espoza, Maria Coceira, mas, infelisminto vou ter que lhe dare um 2 nu final du periudo, purque o meu filhu diçe que você não çabe escreverr em purtugês curretamente e ainda pur çima xamou-u de burro a ele. Ora, ele burro não é... na pior das ipótezes é só meiu, pela parte da mãe dele.
Ora, eu sei que o meu filhu sabe escrever bein em purtugês purque fui eu ke lho encinei, logo, escreve beín cumo o pai, comu pode vere pur esta cárta.
Esperu que pur iço não deixe de enviare mais folores, purque a minha Maria gustou muito!!!
Acinado,
Manuel Carraceiro
Escelentissimo senhore prufessore de purtugês do alunu Jasmim Carraceiro, meu filhu:
Venhu pur este meio agradecer desde já as folores que inviou para a minha espoza, Maria Coceira, mas, infelisminto vou ter que lhe dare um 2 nu final du periudo, purque o meu filhu diçe que você não çabe escreverr em purtugês curretamente e ainda pur çima xamou-u de burro a ele. Ora, ele burro não é... na pior das ipótezes é só meiu, pela parte da mãe dele.
Ora, eu sei que o meu filhu sabe escrever bein em purtugês purque fui eu ke lho encinei, logo, escreve beín cumo o pai, comu pode vere pur esta cárta.
Esperu que pur iço não deixe de enviare mais folores, purque a minha Maria gustou muito!!!
Acinado,
Manuel Carraceiro
sábado, maio 27, 2006
A qualidade de uma boa aldrabice...
sábado, maio 27, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Todos nós, em determinados momentos da vida, somos impulsionados a "pregar uma pêta"... ou por pura necessidade, ou por gosto.
As pessoas, quanto ao grau de embustice, a meu ver, classificam-se da seguinte forma: ele há os aldrabões ocasionais ("Não posso ir porque tenho uma festa do outro lado do planeta"); os intrujeiros sistemáticos ("Eu andei num carro que anda a 200Km/hora e gasta um litro aos 100km/h"); os aldrabões inconscientes (suj. A: "Ontem, quando fui ter com eles ao pub..." - suj. B: "... mas tinhas dito que não saías porque tinhas os teus sobrinhos em casa!?"); os simples impostores ("Este carro está como novo e só teve um dono... isso no registo de propriedade parece um 7 mas é um 1..."); e por aí fora...
Devo dizer que, pessoalmente, detesto pessoas mentirosas e de ser "apanhado" no meio de uma mentira... seja ela de que tipo for... mas o problema é que a maior parte das vezes, nem nos apercebemos de que nos acabaram de "mandar à m*rda" e que, consequentemente, estamos desejosos de iniciar a viagem...
Claro que, dependendo do "grau de embuste", há mentiras menos prejudiciais e outras que são um autêntico ataque à nossa boa vontade... essas é que são verdadeiramente preocupantes, se bem que as outras, se sistemáticas, também se tornam um mau vício... pois se é certo de que todos nós temos um(a) mentiroso(a) cá dentro, também não é menos verdade que uns o(a) alimentam mais que outros(as)...
O problema muitas vezes consiste na parca percepção, por parte do aldrabão, dos danos que provoca ao abrir a boca... um exemplo ilustrativo: O João quer sair com a Joana (tinha que ser coisas do coração) e para o efeito, entra em contacto com a menina... a menina, por sua vez, diz ao Joãozinho, que não pode sair, pois tem que lavar o chão da entrada... mas eis que o menino, em vez de um zig faz um zag... e vê a menina com outros meninos a beber imperiais e a fumar maconha... derivado a isso, o João pensa assim que não vale mais a pena viver neste Mundo de intrujões e atira-se para baixo de uma 4L que por ali passava, de matrícula TF-01-02...
As pessoas, quanto ao grau de embustice, a meu ver, classificam-se da seguinte forma: ele há os aldrabões ocasionais ("Não posso ir porque tenho uma festa do outro lado do planeta"); os intrujeiros sistemáticos ("Eu andei num carro que anda a 200Km/hora e gasta um litro aos 100km/h"); os aldrabões inconscientes (suj. A: "Ontem, quando fui ter com eles ao pub..." - suj. B: "... mas tinhas dito que não saías porque tinhas os teus sobrinhos em casa!?"); os simples impostores ("Este carro está como novo e só teve um dono... isso no registo de propriedade parece um 7 mas é um 1..."); e por aí fora...
Devo dizer que, pessoalmente, detesto pessoas mentirosas e de ser "apanhado" no meio de uma mentira... seja ela de que tipo for... mas o problema é que a maior parte das vezes, nem nos apercebemos de que nos acabaram de "mandar à m*rda" e que, consequentemente, estamos desejosos de iniciar a viagem...
Claro que, dependendo do "grau de embuste", há mentiras menos prejudiciais e outras que são um autêntico ataque à nossa boa vontade... essas é que são verdadeiramente preocupantes, se bem que as outras, se sistemáticas, também se tornam um mau vício... pois se é certo de que todos nós temos um(a) mentiroso(a) cá dentro, também não é menos verdade que uns o(a) alimentam mais que outros(as)...
O problema muitas vezes consiste na parca percepção, por parte do aldrabão, dos danos que provoca ao abrir a boca... um exemplo ilustrativo: O João quer sair com a Joana (tinha que ser coisas do coração) e para o efeito, entra em contacto com a menina... a menina, por sua vez, diz ao Joãozinho, que não pode sair, pois tem que lavar o chão da entrada... mas eis que o menino, em vez de um zig faz um zag... e vê a menina com outros meninos a beber imperiais e a fumar maconha... derivado a isso, o João pensa assim que não vale mais a pena viver neste Mundo de intrujões e atira-se para baixo de uma 4L que por ali passava, de matrícula TF-01-02...
(In)Fiél ou Infiél?
sábado, maio 27, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Meninos... vou fazer aqui uma confissão: eu, Pedro Miguel de Oliveira Duarte, já vi o programa "fiél ou infiél", transmitido às Sextas-feiras na TVI, du... trê... sete vezes!!!
E dessas 9 vezes todas (muitas, tendo em conta a qualidade do programa), em algumas, além de reparar no desfile de roupa interior (feminina... cada um vê o que lhe interessa) e nos atributos das ditas actrizes, que em tão notório programa apresentam-se como "sedutoras", também reparei que nas 28 vezes que vi o programa, nem uma única vez aquilo deu certo, ou seja, o gajo ou a gaja não traiu o(a) respectivo(a)... viveram felizes para sempre... e pronto... "end of story".
De facto, dessas 42 vezes, um acontecimento foi constante: alguém saiu de lá com uns valentes pinheiros pendurados na testa...
E isto fez-me pensar um bocadinho: Ignorando o facto de aqueles acontecimentos serem todos "staged", será que há tanta gente assim que gosta de andar a fazer "test drive's"?... será que, de todas as 60 vezes que vi o programa, não poderia ter havido pelo menos uma não traição e a coisa ter terminado bem, aos beijinhos e aos abraços? Mas pensando bem, se assim tivesse acontecido, não haveria a oportunidade de "voyar"o escasso tecido que tapa os argumentos das senhoras... o que era fustrante, depois de termos que estar a aturar tanto tempo aquela "coisa" brasileira, mais o seu "pau"...
Mas isso preocupa-me... deveras... será que aquela "soap opera" reflecte mesmo a realidade do nosso povinho? Seremos todos uma cambada de nómadas, no que diz respeito ao "sítio" onde deixamos as nossas coisas e "habitamos"? Será possível que, tendo em conta as 77 vezes que vi o programa, se isso representar uma amostragem dos relacionamentos no nosso país, considerando um "desvio" de 10% (panascas e fufas), somos todos uma cambada de traidores?
Uma coisa é certa... mulheres, desculpem a minha veia machista... mas parece que vocês conseguiram ultrapassar-nos largamente... o raio da emancipação está a ser como o 25 de Abril: foi útil no início, mas como foi tudo feito de uma forma atabalhoada, não há cravos que agora consigam "entupir" as armas empunhadas... e como alguém disse: "Como se pode confiar num bicho que sangra durante dias e não morre?"
Bem... lá se vai a minha "audiência" feminina... mas pronto... é bom que alguém invente um dispositivo qualquer, que nos permita ver se alguém "invadiu" a nossa "casa"...
E dessas 9 vezes todas (muitas, tendo em conta a qualidade do programa), em algumas, além de reparar no desfile de roupa interior (feminina... cada um vê o que lhe interessa) e nos atributos das ditas actrizes, que em tão notório programa apresentam-se como "sedutoras", também reparei que nas 28 vezes que vi o programa, nem uma única vez aquilo deu certo, ou seja, o gajo ou a gaja não traiu o(a) respectivo(a)... viveram felizes para sempre... e pronto... "end of story".
De facto, dessas 42 vezes, um acontecimento foi constante: alguém saiu de lá com uns valentes pinheiros pendurados na testa...
E isto fez-me pensar um bocadinho: Ignorando o facto de aqueles acontecimentos serem todos "staged", será que há tanta gente assim que gosta de andar a fazer "test drive's"?... será que, de todas as 60 vezes que vi o programa, não poderia ter havido pelo menos uma não traição e a coisa ter terminado bem, aos beijinhos e aos abraços? Mas pensando bem, se assim tivesse acontecido, não haveria a oportunidade de "voyar"o escasso tecido que tapa os argumentos das senhoras... o que era fustrante, depois de termos que estar a aturar tanto tempo aquela "coisa" brasileira, mais o seu "pau"...
Mas isso preocupa-me... deveras... será que aquela "soap opera" reflecte mesmo a realidade do nosso povinho? Seremos todos uma cambada de nómadas, no que diz respeito ao "sítio" onde deixamos as nossas coisas e "habitamos"? Será possível que, tendo em conta as 77 vezes que vi o programa, se isso representar uma amostragem dos relacionamentos no nosso país, considerando um "desvio" de 10% (panascas e fufas), somos todos uma cambada de traidores?
Uma coisa é certa... mulheres, desculpem a minha veia machista... mas parece que vocês conseguiram ultrapassar-nos largamente... o raio da emancipação está a ser como o 25 de Abril: foi útil no início, mas como foi tudo feito de uma forma atabalhoada, não há cravos que agora consigam "entupir" as armas empunhadas... e como alguém disse: "Como se pode confiar num bicho que sangra durante dias e não morre?"
Bem... lá se vai a minha "audiência" feminina... mas pronto... é bom que alguém invente um dispositivo qualquer, que nos permita ver se alguém "invadiu" a nossa "casa"...
quinta-feira, maio 25, 2006
Envia isto para 3000 pessoas, senão, quando fores na rua, vais pisar um monte de m*rda...
quinta-feira, maio 25, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Hoje recebi um tipo de e-mail que já não recebia há uns tempos... daqueles em que é necessário enviar para X pessoas, senão acontece-nos uma coisa má, ou então, deixa de nos acontecer uma coisa boa...
Bem, por esta altura, começo a acreditar que a minha pouca sorte se deve a não reencaminhar a grande maioria desses e-mails... mas pelo menos, por aqueles que reencaminhei, já deveria estar rico e a ser idolatrado por todos... ahhh, isto para não referir as imensas coisas boas que deveriam ter acontecido, tais como, ser rico e idolatrado por todos (já para não falar nas resmas de gajas a meus pés)!!! Bem, mas se tivesse à espera disso, também já tinha perdido partes importantes da minha anatomia, entre outras coisas, à custa daqueles que não reencaminhei...
Outra coisa... pedem-me para enviar para 30 pessoas, senão (cai o Carmo e a Trindade)... ora bem... vamos supor que eu não conhecia 30 pessoas (por acaso conheço 37): estava lixado, isto para não dizer [ ][ ]dido (sim, porque já recebi um em que, caso não enviasse para umas tantas pessoas, felizmente menos de 30, um gajo de 2m chamado Luisão, ia fazer comigo coisas parecidas com o que acontece naquela canção dos Fúria do Açúcar, em que entra um cume... sem a parte dos salpicos e das abelhas - claro está que enviei logo para as tais 37 pessoas que conheço, mas não sei se o Luisão deu com a casa dos meus amigos)!!!!
A pessoa que me enviou o e-mail em causa, merece toda a minha consideração, mas, honestamente, não gosto de receber este tipo de mensagens, pois preocupa-me o facto de, por acumulação, não poder viver o suficiente para ver os meus bisnetos acabarem a faculdade (com saúde), já que sou ameaçado com um número infindável de azares, que inclusivamente, me têm impedido de conhecer a mulher dos meus filhos, que por sua vez teriam filhos deles, que por sua vez teriam mais cachopos (3 cada um)... e daí até à faculdade é um instante!!!
Por isso, pessoal, não me enviem mais e-mails desses (ou removam essa parte das "ameaças"), ou então enviem algo do género: "...envia para uma pessoa e serás feliz para sempre"... aí, faço questão de enviar para quem tenha enviado para mim...
Bem, por esta altura, começo a acreditar que a minha pouca sorte se deve a não reencaminhar a grande maioria desses e-mails... mas pelo menos, por aqueles que reencaminhei, já deveria estar rico e a ser idolatrado por todos... ahhh, isto para não referir as imensas coisas boas que deveriam ter acontecido, tais como, ser rico e idolatrado por todos (já para não falar nas resmas de gajas a meus pés)!!! Bem, mas se tivesse à espera disso, também já tinha perdido partes importantes da minha anatomia, entre outras coisas, à custa daqueles que não reencaminhei...
Outra coisa... pedem-me para enviar para 30 pessoas, senão (cai o Carmo e a Trindade)... ora bem... vamos supor que eu não conhecia 30 pessoas (por acaso conheço 37): estava lixado, isto para não dizer [ ][ ]dido (sim, porque já recebi um em que, caso não enviasse para umas tantas pessoas, felizmente menos de 30, um gajo de 2m chamado Luisão, ia fazer comigo coisas parecidas com o que acontece naquela canção dos Fúria do Açúcar, em que entra um cume... sem a parte dos salpicos e das abelhas - claro está que enviei logo para as tais 37 pessoas que conheço, mas não sei se o Luisão deu com a casa dos meus amigos)!!!!
A pessoa que me enviou o e-mail em causa, merece toda a minha consideração, mas, honestamente, não gosto de receber este tipo de mensagens, pois preocupa-me o facto de, por acumulação, não poder viver o suficiente para ver os meus bisnetos acabarem a faculdade (com saúde), já que sou ameaçado com um número infindável de azares, que inclusivamente, me têm impedido de conhecer a mulher dos meus filhos, que por sua vez teriam filhos deles, que por sua vez teriam mais cachopos (3 cada um)... e daí até à faculdade é um instante!!!
Por isso, pessoal, não me enviem mais e-mails desses (ou removam essa parte das "ameaças"), ou então enviem algo do género: "...envia para uma pessoa e serás feliz para sempre"... aí, faço questão de enviar para quem tenha enviado para mim...
segunda-feira, maio 22, 2006
Hoje em dia, qualquer gajo comenta qualquer coisa...
segunda-feira, maio 22, 2006 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Pessoal... vamos aqui experimentar uma coisa nova, nunca antes vista e testada... eu meto aqui um post... e vocês comentam... vamos ver se a experiência dá resultado...
O tema corresponde ao título deste post... e a propósito de quê, é que eu escolhi este tema? Bem, estava aqui agora a ver o jornal da noite (sim, não pensem por lá que é só Wrestlemania...) e, eis que, quando terminou, apareceu um tal de Vitorino a tecer uns comentários, deixa cá ver, sobre política, selecção nacional (a de futebol e não de enólogos - aqueles gajos que provam o vinho), o tempo, o vestido da apresentadora... e só faltou lançar a receita do pudim de ovos de avestruz (deve ser para a semana)...
Portanto, agora passo a bola para o vosso lado, para todos os leitores do meu blog (sim, vocês os dois!)... e digam lá de vossa justiça... em que Universidade se tira a licenciatura de opinador... e que ramos de especialização existem, além do geral (é como os médicos... há os de medicina geral e existem os outros, que não tendo capacidade para aquilo tudo, especializam-se apenas numa coisa...)
Pessoal (vocês os dois outra vez), dêm lá o vosso contributo, que é para não ser eu sozinho o parvinho...
O tema corresponde ao título deste post... e a propósito de quê, é que eu escolhi este tema? Bem, estava aqui agora a ver o jornal da noite (sim, não pensem por lá que é só Wrestlemania...) e, eis que, quando terminou, apareceu um tal de Vitorino a tecer uns comentários, deixa cá ver, sobre política, selecção nacional (a de futebol e não de enólogos - aqueles gajos que provam o vinho), o tempo, o vestido da apresentadora... e só faltou lançar a receita do pudim de ovos de avestruz (deve ser para a semana)...
Portanto, agora passo a bola para o vosso lado, para todos os leitores do meu blog (sim, vocês os dois!)... e digam lá de vossa justiça... em que Universidade se tira a licenciatura de opinador... e que ramos de especialização existem, além do geral (é como os médicos... há os de medicina geral e existem os outros, que não tendo capacidade para aquilo tudo, especializam-se apenas numa coisa...)
Pessoal (vocês os dois outra vez), dêm lá o vosso contributo, que é para não ser eu sozinho o parvinho...
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