Velhice
Devo dizer que, tendo esta idade, há quem diga que tenho para aí uns 16 anos... e há quem, depois de me conhecer, afirme que a idade mental é ainda menor, mas o que conta são os que já cá moram.
Digo assim (para me louvar) que estou bem conservado, apesar das bocas "foleiras" que dizem é que tenho cara de puto... a essas pessoas eu digo: "Antes cara de puto que cara de p...ta!!!".
E dizem vocês: "Que falta de maturidade, fazer trocadilhos, empregando o uso do calão, como fazem os putos!". Pois... e eu digo-vos: "Ó suas mentes poluídas e decrépitas... o que eu queria dizer era cara de pita!". E porquê? Porque também há quem afirme que, com a barba cortadinha e as sobrancelhas arranjadas (contando que também tivesse um cabelo "vasto"), até que nem seria uma gajita de se deitar fora!!! Devo dizer que, sempre que alguém me diz isto, afasto-me devagarinho e sem virar as costas... nunca se sabe... e sempre que os vejo, faço festas aos animaizinhos que povoam a zona intermédia e cuspo para o chão!!!
Pois é... e a velhice manifesta-se de várias formas... são os joelhos que empenam, as articulações em geral que padecem de falta de lubrificação... a necessidade de comprimidos azuis, para as alergias, etc... ele é uma imensidão de sintomas que nos fazem crer que, quanto mais para a frente, mais para baixo!!!
Mas não é só do corpo (ainda esbelto) que me queixo... também a massa cinzenta precisava de um "upgrade", pois, como já deve ter dado para ver, em muitas coisas considero-me um caturro (e ainda bem - a ver pelas maluqueiras que um pouco por todo o lado se fazem hoje em dia).
Concluindo, desconfio que, quando chegar verdadeiramente aos 29 anos (que a saúde assim me permita), vou precisar de outros comprimidos azuis, que não os das alergias, pois desconfio que também vou precisar dos ditos cujos para o reumatismo...
Outono
Há quem diga que o Outono anda por aí... e a ver pela chuva que tem caído, acho que quem o disse tem razão! De facto, não há fama sem proveito (e quem diz o contrário que abra os olhos)!!!
Para quem não saiba (que tenha andado a hibernar estes anos todos), o Outono vem a seguir ao Verão e antes do Inverno...
Na minha ideia, só existem duas verdadeiras estações: o Verão e o Inverno... a Primavera e o Outono correspondem a "estágios" para nos preparar para o que aí vem... se bem que ultimamente os rapazes que lá em cima regulam o tempo nos têm trocado as voltas... faz sol no Inverno e chove no Verão... se bem que o frio e o calor mantêm-se inalterados...
Eu cá já começo a preparar-me para o que aí vem e já enfiei mais um cobertor na cama... e devo dizer que, mais não tenha para fazer, conto ficar o máximo de tempo possível na horizontal (ainda se dorme nesta posição), pois já começa a saber bem ficar na "sorna"... e à espera que os castanheiros nos dêm as benditas castanhas (é pena não cairem logo assadas e com sal das árvores)...
Um passo à frente, dois atrás
Pois é, dá a impressão que, quanto mais velhos ficamos, mais nos preocupa o facto de não vermos as coisas andar para a frente... eu, por exemplo, devo dizer que a minha pro-actividade anda por aí perdida e não sei onde a arrumei, o que quer dizer que, em alguns aspectos da minha vida, limito-me a queixar-me do desgraçado que sou (e desgraçados dos meus amigos, que lá me vão aturando... ou evitando...).
A vida, é dura!!! Mas às vezes somos nós que não fazemos com que amoleça, pois limitamo-nos a "chorar" pelo que não temos... e vemos os outros a "passar-nos a perna"... engraçado que ainda há pouco um amigo meu me falou de um projecto que está agora a ser implementado por uma empresa e que eu tive ideia semelhante há uns anos e nada fiz (por não saber onde anda a danada da pro-actividade)... e a ver pelo orçamento daquela treta, podia agora fazer a desejada viagem a Bora Bora (entretanto, por agora, o Tibete já era).
Por isso meninos, não façam aqui como o "je"... e se algo querem, não se esqueçam que é impossível ganhar o totoloto sem jogar... e jogando, sempre há uma probabilidade, por mais ínfima que seja, de nos calhar alguma coisa...
Introspecção
Como já referi em outros posts, há certos episódios das nossas vidas que nos marcam mais do que as tatuagens, que como sabem, graças a coisas que alguns chamam de progresso tecnológico, já nos é possível eliminar sem que fiquem marcas permanentes.
Todos nós, inevitavelmente, passamos por situações menos agradáveis, quer se tenha nascido em berço de ouro ou, como eu e muitos outros, na maternidade. De facto, se podemos em muitas situações prolongar um sorriso por nos acontecer uma coisa boa, também prolongamos, talvez em demasia, uma cara triste, porque (adivinhem), nos acontecem coisas más.
Assim, para estes casos, por vezes passamos a viver nessa tristeza e passamos a rejeitar qualquer oportunidade de (novamente), soltarmos um sorriso. Inevitavelmente, se há algo que nos fere, num instinto primário, tentamos nos proteger, de modo a não passarmos novamente pelo mesmo. Isso leva-nos a dar asas a um pensamento pessimista, que sobrevaloriza os pontos negativos das situações, adquiridos e constatados em experiências anteriores (os intitulados de contras), de modo a não nos envolvermos uma segunda vez numa situação (hipoteticamente) para nós prejudicial.
Se ao irmos pelo passeio, no meio de prédios, levamos com um balde de água em cima, na melhor das hipóteses, se inevitavelmente temos que passar novamente por esse caminho, vamos ter a atenção redobrada e, ao mínimo sinal de perigo, pegamos na pistola de água e antecipamos o ataque. Mas também há os que até gostam de levar com os baldes de água e não têm a percepção que, se calhar, esse ritual pode dar origem a uma valente constipação.
Claro está que, ao referir-me a estes comportamentos, refiro-me mais especificamente ao nosso relacionamento com os outros, sejam eles de amizade ou algo mais. Aí sim, se algo nos acontece, passamos sempre a andar com a pistola de água no bolso. Nestes casos também, se alguém nos provoca a tal de tristeza, fazemos, como disse, os possíveis para “bloquear” no nosso pensamento a possibilidade de, novamente passarmos pelo mesmo. Se perdemos um amigo porque ele (pela negativa) nos surpreende (rouba-nos aquele autógrafo especial do elenco dos morangos com açúcar e vai vendê-lo na internet), é mais que certo que vamos ter a atenção redobrada e impedimos mesmo, em muitos casos, a entrada de um novo amigo, com medo de sermos novamente surpreendidos (pois é, já tenho outro autógrafo e não mostro a ninguém). Por arrasto, é certo que o nosso número de amigos vai diminuindo, já que os que temos lá nos vão surpreendendo e não permitimos ser surpreendidos pelos (hipotéticos) novos.
No que concerne a namoros, casamentos e por aí fora, a coisa piora e de que maneira. Ele há os que inclusivamente preferem ir para o Tibete, a fim de evitarem novamente o espanto de constatar que, afinal, quem está connosco não é a princesa (ou príncipe), mas sim a bruxa (ou Sócrates – esse malandro). Pois é... depois andamos anos e anos, até que descobrimos que afinal, o Tibete é longe p’ra caraças, ou seja, que se calhar, até é bom sermos surpreendidos já que, por vezes, a surpresa é boa e espoleta em nós o tal de sorriso… ou então, no pior cenário, temos o tal processo de aprendizagem, que há quem diga que é bom (eu continuo a dizer que nos faz é perder tempo - e esse, é o meu maior medo)… afinal, se passarmos novamente entre os prédios, podemos levar antes com um balde cheio de notas (ia dizer moedas, mas isso podia doer muito – de qualquer modo, até podem no meio haver algumas falsificadas, mas a quantidade de boas que apanhamos compensa). Isso não quer dizer que a seguir o balde não possa estar cheio de mij…, digo, xixi, mas o que é certo é que também perdemos a oportunidade de levar com as notas (ou moedas, para quem tenha a cabeça dura).
Pois é amigos… andei eu 3 anos e tal para me aperceber disso (andei em convalescença, mas parece que o prognóstico é optimista – pelo menos já tive a destreza de sair dos cuidados intensivos), sempre com o chapéu-de-chuva aberto entre os prédios, até que levei com uma moeda em cheio na tola… e agora, só espero que o inchaço dure muito a passar!!!
Isso leva-me a concluir que, todos nós, mais tarde ou mais cedo, acabamos por levar com uma moeda na caixa craniana… e que se calhar é estupidez andarmos dias, meses, anos a adiar esse acontecimento… muitas vezes a moeda deixa uma ferida aberta, mas temos que pensar que há mais sítios onde acertar... mesmo que entretanto lá venham uns baldes cheios de líquido processado pelos rins, parece-me agora que mais vale isso do que andar com uma túnica a tocar o tal de sino lá para o Tibete, nem que seja por parecer um ritual um pouco abichanado. Assim, entre aprendizagens, pelo menos temos a oportunidade de momentaneamente sermos felizes e de fazer felizes os outros (mostrando os nossos autógrafos).
Life will go on until the end
Isto fez-me lembrar certos horóscopos, do género: "Hoje você poderá se sentir triste, mas porém, haverá momentos de alegria"... e: "Os seus números da sorte para o totoloto são: de 1 a 49; escolha 6!".
Pois é, mas verdade verdadinha é que o tipo até disse uma coisa que nós muitas vezes ignoramos... e que, por esse facto, tomamos atitudes que, a bem da verdade, só vão encurtar o tempo até ao tal de "final"... ou seja, se calhar os horóscopos até estão correctos, pois se eu realmente escolher 6 dos 49 números, posso ter sorte... porém, se não fizer nada, não me posso queixar do meu azar...
A vida continuará até ao final... e até lá, cá se vai andando, com a cabeça entre as orelhas...
Ontem, Hoje e Amanhã
Cá o je tem a mania de pensar demais... penso tanto, que invento alternativas... imagine-se um caminho, em que temos a perfeita noção que a única possibilidade é em frente, mas aqui o "mestre" põe-se a imaginar no que aconteceria se houvesse uma "cortada" à direita... e mais, se for preciso já nem avanço, pois poderia existir a tal hipotética "cortada" e... e... e...
Além disso ponho-me a pensar que, se calhar, já estive numa recta assim.... e que o resultado da caminhada não foi frutífera... por isso... é melhor não "dar corda aos sapatos"...
Pois é... mas esqueço-me que, da mesma forma que penso no negativo, poderia antes pensar que, no final da caminhada, aguarda-me um belissimo prémio (nem que fossem umas sapatilhas novas), valendo assim o esforço da caminhada...
Um amigo meu, no outro dia, dizia-me (por outras palavras), aquilo que muitos de nós já ouviram em algum momento da vida: "Há que viver o HOJE, sem medo do AMANHÃ e sem pensar no ONTEM"... e isso, digo-vos, é algo que alguns conseguem, outros ambicionam e outros ainda, aprendem... e como eu acho que nunca somos velhos para aprender coisas novas...
Conclusão... pensar é bom: exercita os miolos... mas o facto dos mesmos andarem hiper-musculados, não pode ser impeditivo de avançarmos por um caminho sem "cortadas"... claro está que, as palavras têm o seu valor, mas o que vale são os actos... e se calhar, depois de caminharmos um bocado, até aparece a tal "cortada", mas que até se pode revelar ser um "atalho"...
Simon
Porém, há músicas que, não associando a nada nem a ninguém, marcam a orientação daquilo que por vezes caracteriza a nossa linha de pensamento, reflectindo na grande maioria dos casos, aquilo que mais nos perturba.
Há uns anos atrás dei com a discografia de um grupo chamado "Lifehouse" (5 estrelas, a meu ver) e uma música em especial despertou a minha atenção. A música intitula-se "Simon" e é dedicada a um amigo do vocalista da banda, que cometeu suicídio (não pensem por lá que eu andava nessa "onda" - até porque para quem quer ter bisnetos na faculdade e pagar-lhes a carta de condução...), mas se atentarem na letra, vêm (ou ouvem) que a mesma é "poderosa"... devo dizer que considero o vocalista, também produtor das letras, um génio!!!
Aconselho a todos a ouvirem a música e a reflectirem no significado da letra... e mesmo não extremando o pensamento para o suicídio, poderão aperceber-se que, muitas vezes, encontramo-nos na mesma situação que o amigo do vocalista da banda: "...perdemo-nos na nossa tentativa de encontrar, outra coisa qualquer, onde nos possamos esconder..." (mais ou menos isto).
Este post sai um pouco da linha de pura psicose e profunda irritação (despoletada no senhor leitor) dos outros... mas paciência... por vezes é necessário dar uma conotação um pouco mais séria à "coisa" (até pode ser que com isso consiga o meu terceiro comment).
P.S. neste momento, ando na onda de "Nelly Furtado - Say It Right"... tem uns "ritmos" porreiros :P
Tibete, here I go
A respeito de locais e culturas, espalhadas por esse Mundo fora, gostava de visitar uma série de coisas... e tenho consciência que, na maior parte dos casos, a altura em que vou estar mais perto de alguns desses locais, será em frente à televisão... a ver o Discovery, Travel, History, Odisseia... e por aí fora... enfim!!!
Um dos sítios que gostava assim de visitar é o Tibete... tanto pelo local em si como pela cultura. Mas a respeito deste local especificamente, há uma série de acontecimentos que precipitam no meu cérebro a memória de que esse local existe.
De facto, sempre que inevitavelmente aparecem aquelas contrariedades ou revés na nossa vida, no meu caso, penso no Tibete... e quão bom seria ficar encarregue de tocar o sino num dos mosteiros... esse acto simples que, pelas suas características, não nos obriga a tentar compreender ou a elaborar fórmulas complexas, já que o intuito, simples, directo e objectivo, é de... tocar o sino!!!
Não precisamos de saber que os Homens são de Marte e as Mulheres de Vénus, que e=mc2, que o Sócrates foi adoptado por porquinhos da Índia... e teremos sempre em mente, como dado adquirido, que o sino não vai trair a nossa confiança, não vai dar o dito por não dito, não vai comentar nada com ninguém, não vai chamar os fiscais por causa dos mp3, nem prolongar os nossos anos ao serviço da força laboral (Robin Hood, fazes cá falta)... limita-se a, ao sinal de uma provocação nossa, ecoar por aquelas montanhas fora, onde para muitos fica o topo do Mundo, umas sonoras badaladas, dadas com o devido entusiasmo...
Entretanto, um amigo meu, sempre atento, corrigiu-me... e disse que seria melhor rodar aqueles pedaços de madeira, com dizeres "exóticos", típicos da cultura budista... mas acho que prefiro o sino... faz mais barulho!!!
Quem me conhece, sabe o quanto eu posso ser chato, para não dizer incomodativo, quanto às contrariedades da minha vida... desconfio que qualquer dia alguém me oferece o bilhete... mas só de ida! A essa pessoa, desde já, o meu obrigado...
sai do sol que te queimas...
Isto para dizer, por outras palavras, que neste momento pareço um daqueles ingleses que vêm apanhar o sol de Portugal e que, acrescentando um molhinho de cerveja, assemelhar-se-iam a uns caramões grelhados...
Pois é... apesar de todas as advertências que (hummm) advertem o "povinho ignorante" para os perigos da exposição prolongada ao astro rei, eis que este ignorante decidiu banhar-se em raios UV à força toda... pois é, tenho orgulho em ser ignorante(por outras palavras, a máquina não rende mais que isto...), mas agora sinto na pele (literalmente) as consequências dessa minha característica... estou aqui, que nem posso (mais uma da sabedoria popular)...
Passo a explicar: no outro dia, aqui o rapaz resolveu ir passar um bocado de tempo na praia... e eis que era de dia e fazia sol... e mais ainda, estava "potente"... para ajudar à festa, o menino não tinha protector solar... mas como isso é para os "fracos", aqui vai disto... devo dizer que fiquei mais bem passado de frente do que de costas, mas os ombros, para compensar, estão da cor da salada de tomate que agora estou a comer...
Conclusão... se, para compensar a minha falta de inteligência, tivesse utilizado neste corpo escultural a tal pomada milagrosa (e gordurosa... e peganhenta), aparentemente, teria evitado agora o riso descontrolado das pessoas com quem me cruzo...
Mensagens subliminares...
Pessoal (maiores de 18 anos), já alguma vez vos aconteceu alguém vos dirigir a palavra (pressupõe-se neste caso, do sexo oposto), tipo "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", que, interpretando à letra quer dizer: "és um(a) parvo(a), palerma, bruto(a), estúpido(a), anormal...", mas que, muitas vezes quer dizer: "Estou à espera que me saltes em cima"??? Alguém já descobriu algum aparelho que dê para interpretar se a outra pessoa nos está a mandar pastar ou se, por outro lado, ali há uma mensagem subliminar que indica exactamente o contrário, ou seja, que a(o) vaca (boi) está ali mesmo? (esta foi forte... mas pronto... era para combinar com o pastar).
Por outras palavras, o que eu quero aqui demonstrar (e corrijam-me se estiver enganado) é que é complicado a gente saber o que fazer numa situação destas... já que muitas vezes dizemos o oposto daquilo que queremos... e isto não se aplica só a mensagens de cariz sexual, como é óbvio... mas como efeito ilustrativo, resulta na perfeição...
E isto a propósito de quê? Bem... um amigo meu recentemente teve uma experiência destas (afortunado)... e o que ele fez (já que não sabia qual das duas possibilidades seria), foi deixar amansar a "fera" e depois tudo se revelou... culminando sei lá em quê, mas imagino que, não havendo marcas visíveis de violência, a coisa tenha ido para a opção 2.
Mas o oposto deste exemplo também acontece (e falo agora no feminino), ou seja, mensagens do tipo: "ai ai... estou que nem posso... és bom dos pés às pernas e do umbigo ao pescoço... vem cá que está em saldo...", que depois na hora da verdade culmina em: "mas que é isto ein? Paff Paff" (a triste história da minha vida)... A este género de pessoas eu dou o nome de "teasers"... não é gente que eu aprecie muito... já me ocorreu uma vez pagar com a mesma moeda, mas o resultado que obtive foi uma estrondosa gargalhada... vá-se lá saber porquê...
Pois é caros amigos, maiores de 18 anos, é preferível ser frontal e não brincar com os sentimentos dos outros, já que as outras pessoas não são obrigadas a estar equipadas com um descodificador de mensagens subliminares, que originaria à partida que nos mandassem pastar (mais um vez), ou que soubessem que "the coast is clear"... se é arroz que queremos, não vamos pedir batatas... e nisso, diga-se de passagem, as mulheres são peritas...
P.S. já que vocês, menores de 18 anos, leram o post todo, faz favor de pedirem aos paizinhos para vos darem duas palmadas... eles não precisam de saber porquê... e concerteza que vontade não lhes falta para o fazerem...