terça-feira, janeiro 20, 2009
Down the drain
terça-feira, janeiro 20, 2009 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Os americanos utilizam esta expressão para demonstrar algo que correu mal e que vai "down the drain". Um negócio, ou porventura, um estado de espírito. Por terras lusas, em relação à segunda hipótese, utiliza-se muitas vezes a expressão "bater no chão".
Escusado será dizer que, em relação à "nossa" expressão, podemos argumentar que, batendo no chão, as duas possibilidades são: permanecer com a bochecha colada ao mosaico da cozinha, ou então, "put some strength on the knees" e toca a levantar!!! Ou seja, resumimos as nossas possibilidades a duas: ficar no chão, ou não!
Já em relação à expressão "americanada", muito se pode dissertar sobre as possibilidades. Debruço-me mais sobre uma específica: sendo claro que do "drain" vamos para o saneamento público (na maioria dos casos), o que poderá acontecer de seguida? Uma rápida análise sugere que ficamos no meio da m*rda, ou seja, a nossa situação não evolui muito. Se bem que depois somos sujeitos a alguma espécie de tratamento, de modo a podermos ser "despejados" em campos de cultivo e afins, isso também implica que esse processo requeira algum tipo de "limpeza", eliminando as impurezas. Partindo do pressuposto que não nos consideramos impurezas, somos de novo aproveitados para dar vida a "plantinhas", milho ou batatas (não sei qual delas prefiro).
A meu ver, pode-se assim concluir que, "à portuguesa", dependemos apenas de nós próprios para descolarmos do chão frio, enquanto que "à americana", teremos sempre que ser sujeitos a uma espécie de "intervenção social", que se resume a "limpar a m*rda da sociedade".
Assim, devido aos recentes eventos que assolaram o Monte Salvado, mais propriamente a minha casa, sinto-me um bocado americanado, logo, a precisar de um empurrão social, ou se preferirem, limpeza... já que os meus joelhos estão um pouco fracos!
Escusado será dizer que, em relação à "nossa" expressão, podemos argumentar que, batendo no chão, as duas possibilidades são: permanecer com a bochecha colada ao mosaico da cozinha, ou então, "put some strength on the knees" e toca a levantar!!! Ou seja, resumimos as nossas possibilidades a duas: ficar no chão, ou não!
Já em relação à expressão "americanada", muito se pode dissertar sobre as possibilidades. Debruço-me mais sobre uma específica: sendo claro que do "drain" vamos para o saneamento público (na maioria dos casos), o que poderá acontecer de seguida? Uma rápida análise sugere que ficamos no meio da m*rda, ou seja, a nossa situação não evolui muito. Se bem que depois somos sujeitos a alguma espécie de tratamento, de modo a podermos ser "despejados" em campos de cultivo e afins, isso também implica que esse processo requeira algum tipo de "limpeza", eliminando as impurezas. Partindo do pressuposto que não nos consideramos impurezas, somos de novo aproveitados para dar vida a "plantinhas", milho ou batatas (não sei qual delas prefiro).
A meu ver, pode-se assim concluir que, "à portuguesa", dependemos apenas de nós próprios para descolarmos do chão frio, enquanto que "à americana", teremos sempre que ser sujeitos a uma espécie de "intervenção social", que se resume a "limpar a m*rda da sociedade".
Assim, devido aos recentes eventos que assolaram o Monte Salvado, mais propriamente a minha casa, sinto-me um bocado americanado, logo, a precisar de um empurrão social, ou se preferirem, limpeza... já que os meus joelhos estão um pouco fracos!
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