quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Objectivos Individuais
quarta-feira, fevereiro 11, 2009 | Publicada por
Pedro Duarte |
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Volto ao assunto da avaliação docente que, presentemente, concorre directamente com as novelas da TVI.
Muitos já devem estar saturados de tantos episódios, ainda por cima quando presentemente não é possível vislumbrar um final. Também é certo que neste "enredo" há vários vilões (ou candidatos a...) e só lamento terem-se esquecido do par romântico... sempre animava um pouco a "coisa"... mas não me parece que mais para a frente se descubra que afinal, Maria de Lurdes Rodrigues e Mário Nogueira são de facto amantes e vivem intensamente uma vida dupla.
Nesta fase da novela, há que entregar objectivos individuais que, na minha modesta opinião, nada dizem sobre o trabalho docente: primeiro, porque em muitos casos, uns há que se limitam a copiar outros (entenda-se, objectivos) e segundo, porque objectivamente, há coisas que não dá para objectivar... ou por outra, à partida já se sabe que faz parte da "função" docente, não sendo (devendo ser) necessário deixar isso em testamento.
Devo dizer que entreguei os meus... não por concordar com o "guião" da novela, mas simplesmente porque, caso não o fizesse, perderia (pelo menos assim o anunciam) o meu sustento financeiro, ou seja, perderia o direito de concorrer mais um ano a "figurante".
Digo também que reconheço que, realmente, avaliar é necessário, mas deveria o processo começar por tentar arranjar pontos objectivos passíveis de serem avaliados, tornando o processo uniforme em todo o universo escolar, logo, mais justo. Assim, não perderiam as escolas tempo infinito a "esmiuçar" a actividade docente com preciosismos de, não tarda muito, até de indumentária.
Reconhece-se também que (in)felizmente também haverá colegas que no fundo, não querem mesmo ser avaliados: "queremos avaliação, mas esta não" é um argumento "fraco" e mais depressa aplicável a ter sido proferido pelo nosso Primeiro Ministro, que tem por hábito o de mandar o povo à m*rda, sendo que este, como já anteriormente referi, fica ansioso por iniciar a viagem. Basta referir, por exemplo, o relatório "forjado" referente ao 1º ciclo... impressiona mais uma vez, infelizmente, pela negativa!!! Impressiona ainda mais o facto de, perante isto, nada (ou muito pouco) podermos fazer: andamos tão "distraídos" com a crise que deixamos passar em claro essas desonestidades.
Veremos o que o futuro nos reserva e quantos mais episódios haverá. Deixo aqui uma sugestão: contratem o Nicolau Breyner para realizador, que pelo menos assim teremos direito a ver "maminhas", mesmo que o contrato não nos agrade :)
Muitos já devem estar saturados de tantos episódios, ainda por cima quando presentemente não é possível vislumbrar um final. Também é certo que neste "enredo" há vários vilões (ou candidatos a...) e só lamento terem-se esquecido do par romântico... sempre animava um pouco a "coisa"... mas não me parece que mais para a frente se descubra que afinal, Maria de Lurdes Rodrigues e Mário Nogueira são de facto amantes e vivem intensamente uma vida dupla.
Nesta fase da novela, há que entregar objectivos individuais que, na minha modesta opinião, nada dizem sobre o trabalho docente: primeiro, porque em muitos casos, uns há que se limitam a copiar outros (entenda-se, objectivos) e segundo, porque objectivamente, há coisas que não dá para objectivar... ou por outra, à partida já se sabe que faz parte da "função" docente, não sendo (devendo ser) necessário deixar isso em testamento.
Devo dizer que entreguei os meus... não por concordar com o "guião" da novela, mas simplesmente porque, caso não o fizesse, perderia (pelo menos assim o anunciam) o meu sustento financeiro, ou seja, perderia o direito de concorrer mais um ano a "figurante".
Digo também que reconheço que, realmente, avaliar é necessário, mas deveria o processo começar por tentar arranjar pontos objectivos passíveis de serem avaliados, tornando o processo uniforme em todo o universo escolar, logo, mais justo. Assim, não perderiam as escolas tempo infinito a "esmiuçar" a actividade docente com preciosismos de, não tarda muito, até de indumentária.
Reconhece-se também que (in)felizmente também haverá colegas que no fundo, não querem mesmo ser avaliados: "queremos avaliação, mas esta não" é um argumento "fraco" e mais depressa aplicável a ter sido proferido pelo nosso Primeiro Ministro, que tem por hábito o de mandar o povo à m*rda, sendo que este, como já anteriormente referi, fica ansioso por iniciar a viagem. Basta referir, por exemplo, o relatório "forjado" referente ao 1º ciclo... impressiona mais uma vez, infelizmente, pela negativa!!! Impressiona ainda mais o facto de, perante isto, nada (ou muito pouco) podermos fazer: andamos tão "distraídos" com a crise que deixamos passar em claro essas desonestidades.
Veremos o que o futuro nos reserva e quantos mais episódios haverá. Deixo aqui uma sugestão: contratem o Nicolau Breyner para realizador, que pelo menos assim teremos direito a ver "maminhas", mesmo que o contrato não nos agrade :)
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1 comentários:
Espectacular!!! :)
Não estou muito por dentro do que se passa actualmente no ensino em Portugal, mas de facto este texto não me faz nascer a vontade de voltar para esse sistema!
Adorei a do casalinho com vida dupla! A das maminhas é que já não são muito sugestivas... talvez uns musculositos?... :)
Beijokas!